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PARCEIROS


















BOTÃO DE PARCEIRO
Vinicius Paraiba

Histórico de Posts com a Tag: ‘vestibular’.


Postado por: Vinicius Paraiba em 05/09/09
Categoria: Cotidiano, Marketing / Publicidade

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Quarta-feira eu deixei a janela do meu quarto aberta, antes de ir dormir, para que eu pudesse acordar cedo… sem a agressão do despertador, sem o estress de alguém me chamando. Eu não tinha nenhum compromisso, mas queria acordar cedo pra não ficar até as tantas dormindo como um vagabundo.

Lá pelas 8h50, momento que eu estava acordando naturalmente, o meu celular vibra sobre a madeira do móvel do meu quarto. Era um professor meu da faculdade, chamado Renato, fazendo a seguinte pergunta: - Quer gravar o comercial da USC?

Eu, com aquela voz de sono, respondi: - Gravo ué!

Nesse momento, eu achava que isso seria gravado daqui umas semanas, ou que eu passaria por algum teste para escolher os melhores alunos que poderiam aparecer na frente das câmeras. Então ele disse: - Vem pra cá então!

Eu respondi sem entender direito: - Agora? Assim?

A resposta dele veio direta, com um “click” do telefone desligando logo após: - É! Faz a barba e vem em uns 30 minutos!

Por essa eu não esperava… em plena quarta-feira de manhã. Eu, que estava cultivando uma barba há três semanas, para ir ao casamento da minha prima, em Brasília, nesse fim de semana… teria que me desfazer dela.

Tá… sem drama por bobeira. Fui para a USC ainda achando que ia somente conversar, ou talvez tirar uma foto básica para a divulgação. Mas não. A surpresa foi quando eu cheguei ao local. Era um esquema GRANDE montado para a filmagem de um comercial. E esse comercial… digamos que seria um pouco mais caro do que o normal.

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Eram luzes e mais luzes, câmera profissional, pessoas em laptops Mac… e um pano verde esticado, ao fundo do cenário, para fazer o efeito de chroma key. Eu cheguei, ainda com cara de sono, e já fui recebendo instruções do diretor. Ele começou empolgado, explicando como seria o comercial: - Vão ser pessoas andando, com professores, computação gráfica, cidades crescendo, alunos falando, desenhos animados, elefante voando (esse último é mentira).

A ideia me empolgou. O único problema é que eu deveria FALAR olhando para a câmera! Aí FUUU, né? Ok… mas vamos lá! Já estava lá… agora vai de uma vez!

A equipe que estava cuidando de tudo era uma agência de publicidade de Jaú. O diretor era malucão, tinha barba grande e usava All Star. Eu precisava falar um tipo de slogan, com duas frases, que iria finalizar do comercial. Era algo assim: “O seu futuro marcado pela sua rede. Amplie sua rede”. Acho que o “marcado” está errado… não lembro. Esqueci mesmo.

Bom… só sei que eu tive que falar e gravar umas trocentas e quarenta e vinte vezes! uAEuahhA! Sério! Sempre a entonação estava errada, ou eu não movimentava a mão direito, ou não sorria… ou parecia falso de mais. Quer o que? Não sou ator.

O diretor bateu o pé até ficar bom. Eu gravei até ficar do jeito que a equipe toda queria. Ou não! Vai ver eles me mandaram embora falando que estava bom… só pra eles não perderem mais tempo comigo. AUEuhAeuAEA!

Se vai entrar na edição final, eu não sei. Mas eu fiz o melhor que pude.

Agora, se entrar mesmo… vocês me verão na TV no próximo verão.


Postado por: Miss Independent em 25/06/09
Categoria: Miss Independent

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Gravei uma frase uma vez, lida no livro “O Futuro da Humanidade”, de Augusto Cury: “O ser humano adapta-se facilmente ao caos”. Aquilo me marcou porque, quando refleti sobre ela, pensei o quanto era real. Quantas vezes não recebemos uma notícia como se fosse o fim do mundo, a pior coisa que podíamos ficar sabendo, ficamos irritados, Ps da vida e, salvo casos de pessoas mais depressivas e dramáticas, um ou dois dias depois, tudo volta à mais perfeita normalidade? Como se SEMPRE E SEMPRE tivesse sido daquele jeito…

Mas o que eu acho ENGRAÇADO no ser humano, e talvez especialmente em nós, brasileiros, é a capacidade que temos de não apenas nos adaptar, mas tirar um sarro BONITO da cara do tal do “caos”… É verdade!! Uma espécie de humor-negro em algumas situações, ou mesmo de sacadas inteligentes EM outras… fato é que pensamos “a situação é esta”, nos conformamos, e lá estão nossas mentes trabalhando para fazer alguma piada do contexto! Algo como os humoristas de stand-up comedy fazem muito bem. O Felipe Andreoli, do CQC, por exemplo, postou em seu Twitter, sobre o acidente da Air France: “Vejam como a vida é efêmera… um dia você está planejando uma viagem para Paris e no outro, BUM… Você explode no ar!”… o que tem um quê de “seria cômico se não fosse trágico”!

Falo tudo isso porque… sou jornalista. Pronto, falei. Por conta disso, o tema mais discutido no meu grupo de e-mails, no meu Twitter e até no meu MSN durante a semana que se passou foi a tal da obrigatoriedade (ou melhor, DA NÃO OBRIGATORIEDADE) do diploma. Não vou entrar aqui no mérito da questão, porque política e debates jurídicos não são meu forte e nem meu assunto preferido para qualquer texto que eu venha a escrever (já me bastaram os temas de redação do vestibular!). Vou apenas dizer que sou a favor da obrigatoriedade do diploma, INCLUSIVE PARA OS CHEFS DE COZINHA (que o ministro tão bondosamente comparou com a nossa profissão), e qualquer dia, se me der na telha ou alguém se interessar, explico porquê. Para efeito da coluna, basta dizer que meus colegas diplomados estão, em sua imensa maioria, revoltados.

Com isso, imagine-se: milhões de xingamentos, argumentos e “quebra-paus” surgiram no grupo de e-mails da minha antiga turma da faculdade. Mas o engraçado foi o que começou a pipocar um ou dois dias depois da decisão… Inúmeras, mas INÚMERAS, piadas sobre a situação. E apesar de revoltada… eu fui uma das que ri… aliás, uma das que GARGALHOU com alguns dos comentários. Eu, por exemplo, comentei que poderíamos ver o lado bom: diploma virou algo como curso de alemão… É DIFERENCIAL NO CURRÍCULO! Já que não é mais obrigatório e disputarei com candidatos sem formação universitária, numa entrevista, eu poderei dizer: “trabalhei aqui, trabalhei ali, TENHO DIPLOMA…”. Enfim…

Uma colega inspirou-se na comparação do ministro Gilmar Mendes - jornalista = chef de cozinha - e disse “se jornalista é igual a chef de cozinha, sugiro a vocês não provarem do meu pirão!”. E uma terceira, que me fez parar uns 5 minutos no trabalho e rir, rir até sair lágrimas dos olhos, foi a sacada de uma amiga na frase do MSN: “Diploma: você não vale nada mas eu gosto de você!”.

Revoltas à parte, tá aí o engraçado da vida… Então sugiro a você que ria daquele chefe que manda e desmanda e acha que você é o tapado da história (só não ria na cara dele, por favor!)… Guarde um tempo para se revoltar, mas ria de um Ministro que acha que jornalista não precisa de diploma (especialmente se ele tem em seu histórico reclamações contra a imprensa)… ria daqueles que se acham superiores a você só porque tem um carro da moda, ou que acham que sabem viver simplesmente porque saem todo final de semana, mas estão saindo às custas de “paitrocínio”… na falta de uma alternativa melhor, RIA… Se você não concorda e não pode mudar a situação, pelo menos momentaneamente, só resta o “a gente se ferra - para não dizer outra coisa - mas se diverte”… porque, se você não fizer isso, vai perder toda a graça dessa coisa já tão séria chamada VIDA.

Contatos:
E-mail: colunamiss@gmail.com
Twitter: @colunamiss


Postado por: Miss Independent em 11/06/09
Categoria: Miss Independent

miss

(A coluna de hoje é para os solteiros. Ou para você, comprometido, que quer rir um pouco de nós. Ou melhor, de mim, representando todos nós. Enfim, FIQUE À VONTADE! O negócio é rir em vez de chorar mesmo!)

Esse tal de “Dia dos Namorados” me fez pensar quanta coisa irônica já aconteceu na minha vida… a começar por ele próprio! Nunca “comemorei” um Dia dos Namorados… O dia em que cheguei mais perto disso foi quando um relacionamento começou MUITO IRONICAMENTE no 13 DE JUNHO (sim, Santo Antonio foi bem egoísta e quis que eu celebrasse minha felicidade amorosa no dia DELE, não no dia 12) e, óbvio, não chegou nem perto de durar o bastante para trocarmos nosso presentinho e comemorarmos um ano juntos. NÃO MESMO.

Pois bem, ironias do destino são algo muito comum na vida das pessoas e, pensando em algumas, boas e ruins, levantei as maiores de minha vida:

- Quando estava na 7a. série, um suporte da minha cortina (??) caiu bem em cima do meu braço (??). Notem que eu não entendi bem o porquê, mas ele caiu, e ganhei com isso um braço trincado. Não bastasse a estranheza da situação, eu estava em semana de provas, mas em vez da cortina fazer um favor e acertar o braço direito, me livrando assim das provas mensais, ela atingiu o esquerdo. Conclusão: foi BEM FODA (se me permitem essa palavra!) fazer a prova de desenho geométrico naquela semana maldita!

- Quando prestei vestibular, fiquei em 93o. na colocação. Dado o fato de que havia 50 vagas e 30 pessoas na lista de espera, apesar de esse 93 ser ótimo, era também um indicador de “quer entrar? tente outra vez!”. Então veio o cursinho, e aquele trampo: arrumar emprego, pagar a mensalidade, trabalhar, estudar de fim de semana, enfim, NÃO TER VIDA… Mas UM MÊS depois, me ligam da faculdade: “pode vir fazer a matrícula que chegou no seu número!”. ????? “Como assim chegou no meu número, eu não tava nem na lista de espera!”. “Pois é, mas chegou”. Tudo bem, certas ironias do destino, mesmo depois de você estudar que nem uma condenada e arranjar um emprego jurando ficar até o fim do ano, são bem-vindas.

- Devido a traumas amorosos, em 2008, enrolei BONITO um cara a fim de mim. Enrolei por uns 6 meses. Medo daquele “estou curtindo a vida, não quero namorar” dele. Ironicamente, por quem eu me apaixonei DE VERDADE? Por ele… ironicamente, quando decidi admitir? No dia em que, mais tarde, ele ficou com outra. Bom, depois de DOIS MESES, quando ele parou de ficar com ela, pensei “chegou a minha vez”. Fui direta como nunca e disse que tinha muitas coisas para resolver com ele, de uma maneira que ele entendeu o recado. Ficamos. Porém isso foi na época de conclusão do meu TCC. O que aconteceu depois disso? NÃO TIVE VIDA (notem que as ironias surgem quando não tenho vida social!). E quando voltei? Ele estava com outra. “Tudo bem, tá só ficando”. - pensei. Nos jogos universitários, eu sabia que ela não ia e boa, quem ia ficar com ele? Eu! Mas na semana dos jogos, quem começa a namorar? Ela! COM ELE! Tudo bem, tudo bem… me contentei em ver ele vir sentar ao meu lado e puxar papo comigo durante as partidas… (cof! cof! MENTIRA!)

Mas a maior de todas as ironias talvez seja a última (em ordem cronológica!):

- Voltei pra minha cidade, formada e perdida. Com a maioria dos amigos ainda fora, fazendo facul, ou seja: rede social quase que zero (notem a falta de vida me preparando uma ironia!). Quando estou reconstruindo minhas “raízes”, aparece… ELE. O Cara Perfeito. “Moço bom” - como diria minha avó - inteligente, bom papo, adora futebol, sertanejeiro, pagodeiro… tudo, tudo IGUAL A MIM! Por ironia do destino, descubro que minha melhor amiga o conhece, porque… ela namorou o melhor amigo dele! Olha só, tudo dando certo, mas…

ELE TEM NAMORADA. Há 3 anos. E o mais irônico de tudo: “ele precisa se distrair do namoro” (palavras dele), mas terminar que é bom… NADA!

É… de volta ao Dia dos Namorados sem namorado… e como diria Alanis:

“It’s like 10,000 spoons when all you need is a knife
It’s meeting the man of my dreams
And then meeting his beautiful wife
And isn’t it ironic… don’t you think?”

é como 10.000 colheres quando tudo que você precisa é uma faca
é conhecer o homem dos meus sonhos
e então conhecer sua linda esposa
E isso não é irônico? Você não acha?

PS¹.: aceito sugestões temáticas para a coluna… vocês não são obrigados a engolirem o que eu falo goela abaixo! Hahahaha… podem escrever nos comentários ou para colunamiss@gmail.com

PS².: Twitteeeeeer: www.twitter.com/colunamiss


Postado por: Miss Independent em 27/02/09
Categoria: Miss Independent

miss

É um pouco complicado passar por aquelas fases da vida que estão em stand-by. Para mim, ansiosa assumida, é um verdadeiro calvário. Mas as situações de stand-by são muitas – e podem aparecer para pessoas de qualquer idade.

Sabe aquela época em que você ficou esperando o resultado do vestibular? Aquela época em que você estava em dúvida entre Nutrição e Direito – coisas totalmente diferentes – e prestou os dois cursos em universidades diferentes, talvez até em cidades diferentes, esperando apenas que o destino decidisse o que você deveria fazer? Ou mesmo você, que sempre foi “decidido”, escolheu um curso só e sabia qual faculdade queria, mas precisava da famosa lista dos aprovados para saber se no ano seguinte estaria começando a jornada de sua carreira ou encarando os mesmos professores do 3º. Colegial na sala do Cursinho? Tudo isso é stand-by.

O stand-by também surge na vida amorosa, mais conhecido na frase usada pelas mulheres: “Estou fechada para balanço”. Que balanço? A maior parte do tempo, nós não DECIDIMOS uma situação de stand-by, ela simplesmente aparece, sem ser convidada. É no fim de um relacionamento, quando você ainda não pode usar a frase “Eu te esqueci, querido”, e por mais que você se esforce, NÃO CONSEGUE conhecer outra pessoa, sente-se forçando a situação, não se sente bem. Parece que NUNCA MAIS vai conseguir paquerar de novo. E o pior de tudo: VOCÊ QUERIA PAQUERAR. Mas a droga do stand-by não deixa.

Ah, e o stand-by aparece nas amizades também… Eu estou vivendo algo parecido. Me formei na faculdade, e os meus amigos? Cada um para o seu lado. E os amigos que eu tinha antes da faculdade? CADA UM PARA O SEU LADO TAMBÉM. É claro, amizade sobrevive à distância, sem dúvida, mas ela sobrevive EM STAND-BY. Minha melhor amiga de infância mora em Santos, minha melhor amiga do colegial em São Paulo, e minha melhor amiga dos tempos de vôlei… em Campinas. O que faço enquanto estou sozinha na minha cidade? Tento fortalecer outras amizades… mas no fundo estou em stand-by esperando que as antigas voltem.

Bom, qual é a boa notícia nisso tudo? O STAND-BY vai embora. E acredite: ele se mostra necessário! Você estava esperando um emprego há um tempão e VAPO! O emprego aparece. O que você se sente? A pessoa mais alegre e radiante do mundo, sente que sua vida está dando uma guinada e que você está começando uma nova etapa, cheia de novas amizades, novos relacionamentos e possíveis novos “stand-by”s… mas, enquanto eles não chegam, fica a dica: toca o play e faz bonito!

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Making Of de um desafio fotográfico. A gente tinha que tirar uma foto da garota Thais Zanchetta, fazendo ela ficar idêntica a atriz hollywoodiana Scarlett Johansson

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