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Vinicius Paraiba

Histórico de Posts com a Tag: ‘destino’.


Postado por: Arilson Karmo em 10/03/10
Categoria: Dicas, Games

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Pegue pipoca, guaraná e o controle!

Com uma historia fantástica e elementos mais bonitos, quase se posicionando entre as mais belas artes da minha prateleira, chega o tão esperado Mass Effect 2! Prometeu tudo que havia prometido desde seu primeiro jogo e um pouco mais!

Em relação ao primeiro jogo houve uma melhora absurda nos gráficos, jogabilidade, armas, sistema de combate e na caracterização. Tudo isso faz com que você se envolva muito mais com a história. Na primeira versão tinha muitas missões repetidas e algumas até chatas e meio sem sentido.

Mass Effect 2, diferente do que era previsto, começa com acontecimentos “tensos” onde ocorre um ataque massivo a sua nave (SSV Normandy) deixando-a em pedaços. Você controla novamente o personagem Shepard, que, na história, é um dos poucos humanos que restaram no universo.

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O objetivo é investigar e batalhar contra as forças por trás desse plano de destruição dos humanos. As nossas decisões continuam não influenciando na História, porque o que devemos fazer é investigar. O que é um lado bom da coisa… com isso, perdemos aqueles textos enormes que agora são diálogos modestos e suficientemente elaborado para desenrolar a trama.

A primeira coisa que você tem que fazer no nesse game, é formar um grupo onde cada integrante terá suas habilidades especiais e fundamentais para o progresso da equipe. Esta equipe se junta ao navio recém construído e batizado de NormandiaO SR-2, com o sempre confiável e mal-humorado Joker no comando.

Nem todas as missões envolvem combates propriamente ditos. Seu destino às vezes é apenas investigar locais determinados para descobrir detalhes importantes da história. As conversas apresentam um nível de detalhes impressionantes e ao invés de algumas decisões influenciarem no destino final, elas passam a tratar o aspecto ético do personagem. Esta estrutura mostra uma questão simples, porém importante: moralidade não é um atributo bom ou ruim, ou seja, sua moralidade é que fica em jogo e não o destino final do enredo. Mas mesmo assim, as decisões que você toma serão manifestadas de maneira extraordinária.

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Graficamente, Mass Effect 2 está muito melhor. Quem já conhece a primeira versão, irá notar a diferença de um visual impressionante, assim como cores e texturas fantásticas. A iluminação é sutil em alguns casos, criando nevoeiros sinistros, enquanto a chuva cai sobre o protagonista. Podemos dizer que os recursos visuais são uma fusão fantástica de arte e tecnologia.

O som é absolutamente perfeito com dublagens e músicas que dispensam qualquer tipo de comentário. A trilha sonora acompanha muito bem uma cena de diálogo e muda drasticamente quando a ação começa pra valer. Isso imerge o jogador em uma adrenalina constante e muito divertida.

Mass Effect 2 é um avanço que corrige inúmeras falhas de seu antecessor, o que torna a sequência rica e não simplesmente mecânica. Isso prova que a trilogia ainda pode melhorar muito mais e firmar a série como um grande jogo de sucesso para o PC e Xbox 360. É um jogo que realmente tem potencial e deve fazer parte de sua coleção.


Postado por: Vinicius Paraiba em 04/12/09
Categoria: Cinema, Dicas

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Antigamente eu ia às locadoras e olhava os filmes de comédia-romântica com uma certa cara de nojo. Eu não entendia porque eu deveria assistir aquilo, sendo que não ia me acrescentar nenhum conhecimento novo. Eu olhava pra capa do filme e já tinha uma certeza: o garoto e a garota que apareciam ali na foto iriam ser felizes para sempre, no final do filme. E eu iria sentir um vazio enorme por ter perdido meu tempo assistindo aquela bomba irreal.

Insensível né?

As coisas mudaram… hoje em dia eu comecei a aceitar melhor esses tipos de filme. Vou para o cinema, por que não? Relaxar, dar umas risadas e refletir um pouco sobre a vida. Aceitei.

Eis que surge, essa semana nos cinemas, o filme 500 dias com ela. Uma película com nome bem “comédia-água-com-açúcar lá vamos nós outra vez”. Sim! Parece sim… mas não é! Apesar de se manter no gênero comedia-romântica, 500 Days of Summer mostra que nem tudo é lindo e perfeito, como são vendidos nos próprios filmes-melosos.

Aí sim mulequeeeeee! Por isso que eu gostei desse filme! Realidade lá vamos nós!

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A história mostra 500 dias de Tom, um cara que trabalha numa empresa de cartões comemorativos (ou não… tem de pêsames também hehehe). O garoto, que está a procura do amor da sua vida, conhece a Summer (pego o trocadilho do título original? Hãn hãn? ass3) e começam a ter um relacionamento.

Esses resuminhos no meio de crítica, eu acho um saco. Então eu vou parar por aqui. O que eu acho legal em críticas é avisar se vale a pena, ou não, ir assistir ao filme. Toda a história mesmo é legal ver no cinema. Então eu vou destacar o que é para prestar atenção durante a projeção do filme.

Ele brinca com clichês, de desenhos da Disney pro exemplo, ironizando o irreal da felicidade. Aquela felicidade que apresentadoras de programa infantil adora passar, sabe? Aquela cara de “todo mundo é do bem”, “vem você também para esse lugar feliz”… “aqui você vai e divertir de montão”. Enfim… cara de “feliz aniversário” ou “venha dançar e cantar na chuva comigo, amiguinho”.

Sim! Isso que o filme ironiza! É um chute no saco do destino! – Pára de querer achar que tudo é maravilhoso… não é assim! Você não é mais criança! Para de assistir TV! UAEuAUehhue!

Ok… me empolguei! Vamos ser românticos… mas não vamos sair da realidade. Eu sou romântico… mas eu tenho os pés no chão.

Voltando ao filme… ele não tem uma ordem não cronológica. Isso é lindo. Ele vai e volta mostrando o contraste de quando você está feliz por estar começando um relacionamento… em comparação quando você está na merda. A mesma cena do cotidiano mostrada em duas versões. Contraste! Essa é a palavra! Contraste!

Outra coisa que é mostrado, que deve ser destacado, é a comparação de uma expectativa com a verdadeira realidade. Sabe quando você vai para algum lugar e começa a imaginar e desenhar tudo o que você quer que aconteça naquela noite ou naquela festa? Então… é isso! A tela do cinema é dividida ao meio, mostrando ao mesmo tempo o que ele achava, em sua aflita expectativa, que ia acontecer… com o que está acontecendo de verdade. Puta merda… pesadelo. PESADELO! Mas linda sacada ao mesmo tempo!

Legal né? Vamos dizer que o filme é uma comédia-romântica irônica e diferente de praticamente tudo o que você já viu em filmes-melosos. Pra quem gosta de final diferente e sem clichês… esse é seu filme! Esse é meu filme! Aiaiaiai!

Vão ao cinema! Cinema é cultura! ;*

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Postado por: Miss Independent em 27/08/09
Categoria: Miss Independent

miss

Tá, tá. Eu sei que terminei a última coluna dizendo que nesta eu ia falar sobre destino. Mas não é que o tal do destino me pregou uma peça e me empurrou um assunto que eu pensei “aiii… não posso deixar de falar essa semana!”. Pois bem queridos, este foi o destino!

Estava eu conversando com uma amiga essa semana… detalhe: as duas recém-apaixonadas. Eu, com um semi-namoro (um pé no semi e um no namoro), e ela, recém-comprometida. Comentávamos sobre as coisinhas bonitinhas que estamos passando com nossos queridos, quando nos demos conta de que… é tudo MUITO cafona. E todo apaixonado é brega por princípio, e ter por princípio estar apaixonado antes para não condenar determinada situação.

Para exemplificar aqui, instauro a primeira sessão “É brega mas paguei pau!” de minha coluna. Vamos lá!!

Caso 1. O pedido de namoro.

Essa é a história de minha amiga, que conheceu seu namorado… na academia. Paquerou, mas não deu em nada. Eis que um belo domingo… lá está ele. Ministro da Eucaristia no altar da Igreja. “É muito abençoado por Deus”, ela pensou (olha o destino aqui também, gente!!), e então insistiu mais um pouco. Chamou ele para sair, eles aceitou, eles ficaram.

Um tempo depois, quando foi pedir em namoro, ele pediu uma pausa… Virou-se, pegou o celular, e colocou uma música… DO ELVIS. Sim, aquele que no fundo não morreu, já que lembramos dele até nos pedidos de namoro (??). Palavras dela: “achei lindo na hora, mas sei que vou lembrar disso alguns anos e achar mega cafona”.

É, de fato. Ainda mais quando se escolhe “You are always on my mind” como trilha.

Caso 2. Do desenho na janela.

Bom, esse é meu. Tenho que dar cara à tapa às vezes. Eu estava com o semi-namorado dentro do carro. Quando olho o vidro, molhado de sereno, me bate o ato infantil de escrever o M de Miss. Ele ficou olhando um tempo, se debruçou e desenhou um coração em volta. Depois colocou sua inicial - J - e um “e”, e modo que ficou “J e M” dentro de um coração. E eu achei lindo.

“É brega mas paguei pau!”. PRONTO, FALEI.

Caso 3. Dos apelidinhos e expressões

Essa é da mesma amiga do caso 1. Ela me disse que, certa vez, escreveu, numa carta ao namorado:

- Você é o leitinho do meu Nescau!

E o namorado amou. Então, tá, né?

POR HOJE É SÓ PESSOAL! =*

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Contatos:

E-mail: colunamiss@gmail.com
Twitter: @colunamiss

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