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PARCEIROS


















BOTÃO DE PARCEIRO
Vinicius Paraiba

Histórico de Posts com a Tag: ‘brasileiros’.


Postado por: Miss Independent em 15/07/10
Categoria: Miss Independent

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Ouvi alguns brasileiros que entendem de futebol dizerem por aí que essa Copa foi ruim. Que a parte técnica das seleções deixou a desejar, que a infraestrutura não era das melhores, que assaltos ocorreram aos montes na África, que a campeã não foi a melhor das seleções e que a Jabulani – ah, a tão falada Jabulaaaaani – atrapalhou o futebol! Ora, brasileiros, vocês estão é muito mal acostumados!!

Somos um país órfão de jogadores como Garrincha, Pelé, Sócrates, Rivelino… e, se não me engano, foi o próprio Sócrates quem disse que jogou 5 minutos com a Jabulani e que gostaria de ter 90 em uma Copa com ela, pois se tratava de uma bola leve e gostosa de jogar, ao contrário do que afirmam nossos “ídolos” atuais.

No entanto, apesar de deixarem 190 milhões de brasileiros nostálgicos, jogadores como esses não se despediram ONTEM do futebol! Aquela velha nova frase – futebol não tem mais bobo – se encaixa como nunca… Os tempos são outros, e já deveríamos estar acostumados. Não é mérito de outras seleções, mas sim demérito da parte tática e técnica que suprimiu o que chamamos de futebol-arte há muito tempo. Porém, temos que admitir que tudo tem seu lado positivo: há quem ache LINDO ver uma equipe dar um nó tático em outra… Admirar a inteligência do técnico que montou aquele esquema e anulou os principais atletas adversários, numa autêntica jogada de mestre, como no xadrez… Xeque-mate.

O futebol mudou. Não se pode usar exatamente a palavra “evoluiu”, pois nós somos a geração que ainda avalia se essas mudanças estão sendo positivas ou não. Mas elas ocorrem, em todos os esportes. O vôlei, por exemplo, com a simples alteração da regra do “saque queimado” – a bola que bate na rede no saque não mais altera a situação de jogo e a partida continua normalmente – deixou embates mais disputados e tie-breaks muito mais emocionantes. A simples extinção da “vantagem” deixou o esporte mais dinâmico.

Sim, somos a geração-cobaia desse novo futebol, de Jabulanis, pontos eletrônicos e tira-teimas digitais. E também de novos países-sede, sem o “velho mundo” ditando as regras de como organizar um evento de tal porte. Mas muitas vezes NÓS cobramos isso… NÓS exigimos em nossos times e seleção um técnico que saiba como treinar a equipe, não só praticando passes, chutes a gol, pênaltis, cruzamentos, escanteios e rachões, mas também taticamente, realizando análises e estudando seriamente o futebol. NÓS torcemos por uma Copa do Mundo na África ou no Brasil, para “variar um pouco”. E nós temos que arcar com todas as consequências disso, sejam elas boas ou ruins.

Nós não tivemos, esse ano, uma Copa com um nível “abaixo do esperado”, ou um evento esportivo mal organizado… Tivemos nada mais, nada menos do que o resultado dos esforços de quem vem gerenciando – e torcendo – pelo futebol. Nós esperamos demais, brasileiros… Nos tempos de agora, bem ou mal, essa é a Copa que merecemos ter.

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Postado por: Tosco em 02/12/09
Categoria: Cê ta me zuando?!?!?, Vídeos

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Mais uma vez o Brasil se mostra superior a tudo que existe e consegue inventar mais um processo sem noção. Em vez de tirar governadores que recebem dinheiro gravado em câmera e presidentes analfabetos que dizem que o que está na câmera não condiz com a realidade (porque aparentemente câmera só gravam fantasmas né?), o Brasil achou um jeito de processar sistematicamente qualquer um que criticasse o Brasil. Quem sabe um dia eu ganho o meu próprio.

A idiotice da vez foi Robin Willians, que foi no Late Show apresentado por David Letterman, e fez uma piadinha que não foi nem muito criativa, por ser bem óbvia. Até por que todos brasileiros pensariam a mesma coisa, veja no vídeo abaixo:


MAS como não foi um brasileiro que falou, não é permitido criticar! Assim… vamos processar! Que é o que esta acontecendo hoje! Sabe porque? Drogas no rio e prostitutas são minoria! Quase inexistente no Rio de Janeiro. As pessoas se sentem muito confortáveis com os morros e etc…

Vocês leitores vão falar: UUUUU americanos nojentos (achamos vocês nojentos, mas compramos tudo que vocês fazem e A-D-O-R-A-M-O-S… ok? Beijos beijos!) vem criticar o Brasil e pipipipipipipi (pipipi é a tradução pra aquele discurso chato do caralho que você não consegue nem ouvir e ignora já no começo).

E aí que eu encontro o problema. O EUA é cheio dos bullshit, mas se tem uma coisa que não pode querer argumentar é com a capacidade da televisão deles permitir crítica. Existem programas feitos exclusivamente para meter o pau nas coisas que são um absurdo e todo mundo leva na boa (mais ou menos o que essa coluna leva como objetivo). Um desses programas chama-se Penn & teller: BULLSHIT.  Recomendo a todos.

Outro programa, que tinha por objetivo apenas esculachar ao máximo o antigo presidente Bush, chamava-se: Little Bush. Um desenho que ele era uma criança mimada, que só fazia merda, e era presidente ao mesmo tempo.

Entre outros o mais famoso: The Simpsons. Esse que é um grande conhecido nosso, está no ar por VINTE anos (sempre com capítulos novos), e com um objetivo:

ESCULACHAR.  E NINGUEM RECLAMA DELES

Você pode pensar: ahhhhhh os Simpsons é divertidinho, legalzinho e engraçadinho.

SIM.

Mas se você prestar atenção todos os capítulos são baseados em uma crítica, a um costume.

Até o próprio Homer Simpson é uma ironia do começo ao fim. Ele parece exagerado, mas representa como muitas pessoas são. Um bêbado que só pensa em comida, não sabe de nada, só pensa em beber sua DUFF e ainda por cima opera uma fábrica de energia nuclear!!! Claro que isso não existe, mas a idéia, o espírito dele prevalece, e é verdade. Existem mesmo!

Em quem os Simpsons foram baseados??? Nos próprios norte-americanos!!! Sim os americanos fazem um desenho faz VINTE ANOS destruindo eles mesmos. Isso chama crítica ativa. Manifesto de opinião. E quer saber? As pessoas adoram! Se não adorassem, não estaria no ar há VINTE anos em dezenas de países.


Porque eu citei os Simpsons? Não sei se vocês lembram, mas um tempo atrás o Brasil processou os Simpsons por causa de um programa que eles fizeram que se passava no Brasil. Os argumentos usados, é que, era tudo exagerado e denegria a imagem do Brasil.

Vocês conseguem imaginar alguém no Brasil que poderia fazer uma piadinha-crítica como essa do vídeo??? Claro que não! Aqui, isso é proibido!

Em vinte anos, de destruição ao próprio país, os Simpsons não recebeu sequer UM arranhão nem do próprio país! Nem das outras dezenas de países que eles tiravam sarros! Porque todos sabiam que apesar do exagero, no fundo da ironia… é verdade! E  isso que aqui ninguém aceita. A verdade atrás da ironia.

Processar o Simpsons e Robin Willians, e outros, é só mais uma demonstração de como os diretores desse país não sabem aceitar crítica, mesmo sendo na ironia… e mesmo sendo verdade!

A gente vê diariamente o Rio de Janeiro virando praça de guerra nas notícias, pessoas em carrinho de supermercado mortas… e tudo o que vocês já viram, que eu não preciso citar. - MAS AI DE QUEM fizer uma ironia, falando que tudo isso é exagerado!! Aí a gente mete no meio deles! - É assim como somos: Reconhecemos nossos defeitos, mas não deixamos ninguém saber deles.

É É É É É É É É… Robin Willians  estava errado. Não tem coca nenhuma do rio.  É… esses americanos FDP que ficam inventando coisas.

É… que nem o holocausto que querem fazer a gente acreditar que aconteceu.

É… que nem o mensalão que querem fazer a gente acreditar que aconteceu.

É… que nem as propinas filmadas no Distrito Federal que querem fazer a gente acreditar que aconteceu.

Nada disso aconteceu.

Lula assina em baixo, assim eu acredito.
E quem criticar o Brasil vai se ver com ele.

UPDATE: Depois que eu escrevi o post, vi um texto com o mesmo tema com outras observações boas e outros detalhes interessantes, do Danilo Gentili. Vale a pena conferir.


Postado por: Miss Independent em 25/06/09
Categoria: Miss Independent

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Gravei uma frase uma vez, lida no livro “O Futuro da Humanidade”, de Augusto Cury: “O ser humano adapta-se facilmente ao caos”. Aquilo me marcou porque, quando refleti sobre ela, pensei o quanto era real. Quantas vezes não recebemos uma notícia como se fosse o fim do mundo, a pior coisa que podíamos ficar sabendo, ficamos irritados, Ps da vida e, salvo casos de pessoas mais depressivas e dramáticas, um ou dois dias depois, tudo volta à mais perfeita normalidade? Como se SEMPRE E SEMPRE tivesse sido daquele jeito…

Mas o que eu acho ENGRAÇADO no ser humano, e talvez especialmente em nós, brasileiros, é a capacidade que temos de não apenas nos adaptar, mas tirar um sarro BONITO da cara do tal do “caos”… É verdade!! Uma espécie de humor-negro em algumas situações, ou mesmo de sacadas inteligentes EM outras… fato é que pensamos “a situação é esta”, nos conformamos, e lá estão nossas mentes trabalhando para fazer alguma piada do contexto! Algo como os humoristas de stand-up comedy fazem muito bem. O Felipe Andreoli, do CQC, por exemplo, postou em seu Twitter, sobre o acidente da Air France: “Vejam como a vida é efêmera… um dia você está planejando uma viagem para Paris e no outro, BUM… Você explode no ar!”… o que tem um quê de “seria cômico se não fosse trágico”!

Falo tudo isso porque… sou jornalista. Pronto, falei. Por conta disso, o tema mais discutido no meu grupo de e-mails, no meu Twitter e até no meu MSN durante a semana que se passou foi a tal da obrigatoriedade (ou melhor, DA NÃO OBRIGATORIEDADE) do diploma. Não vou entrar aqui no mérito da questão, porque política e debates jurídicos não são meu forte e nem meu assunto preferido para qualquer texto que eu venha a escrever (já me bastaram os temas de redação do vestibular!). Vou apenas dizer que sou a favor da obrigatoriedade do diploma, INCLUSIVE PARA OS CHEFS DE COZINHA (que o ministro tão bondosamente comparou com a nossa profissão), e qualquer dia, se me der na telha ou alguém se interessar, explico porquê. Para efeito da coluna, basta dizer que meus colegas diplomados estão, em sua imensa maioria, revoltados.

Com isso, imagine-se: milhões de xingamentos, argumentos e “quebra-paus” surgiram no grupo de e-mails da minha antiga turma da faculdade. Mas o engraçado foi o que começou a pipocar um ou dois dias depois da decisão… Inúmeras, mas INÚMERAS, piadas sobre a situação. E apesar de revoltada… eu fui uma das que ri… aliás, uma das que GARGALHOU com alguns dos comentários. Eu, por exemplo, comentei que poderíamos ver o lado bom: diploma virou algo como curso de alemão… É DIFERENCIAL NO CURRÍCULO! Já que não é mais obrigatório e disputarei com candidatos sem formação universitária, numa entrevista, eu poderei dizer: “trabalhei aqui, trabalhei ali, TENHO DIPLOMA…”. Enfim…

Uma colega inspirou-se na comparação do ministro Gilmar Mendes - jornalista = chef de cozinha - e disse “se jornalista é igual a chef de cozinha, sugiro a vocês não provarem do meu pirão!”. E uma terceira, que me fez parar uns 5 minutos no trabalho e rir, rir até sair lágrimas dos olhos, foi a sacada de uma amiga na frase do MSN: “Diploma: você não vale nada mas eu gosto de você!”.

Revoltas à parte, tá aí o engraçado da vida… Então sugiro a você que ria daquele chefe que manda e desmanda e acha que você é o tapado da história (só não ria na cara dele, por favor!)… Guarde um tempo para se revoltar, mas ria de um Ministro que acha que jornalista não precisa de diploma (especialmente se ele tem em seu histórico reclamações contra a imprensa)… ria daqueles que se acham superiores a você só porque tem um carro da moda, ou que acham que sabem viver simplesmente porque saem todo final de semana, mas estão saindo às custas de “paitrocínio”… na falta de uma alternativa melhor, RIA… Se você não concorda e não pode mudar a situação, pelo menos momentaneamente, só resta o “a gente se ferra - para não dizer outra coisa - mas se diverte”… porque, se você não fizer isso, vai perder toda a graça dessa coisa já tão séria chamada VIDA.

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Contagem Regressiva - 1 dia

Vídeo-teaser, de 1 dia, usado na contagem regressiva para o aniversário de 7 anos do site e para a apresentação do novo layout. São várias pessoas falando "É amanhã" com participação especial de Marcelo Tas, apresentador do CQC

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