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PARCEIROS


















BOTÃO DE PARCEIRO
Vinicius Paraiba

Histórico de Posts com a Tag: ‘amigo’.


Postado por: Miss Independent em 01/07/10
Categoria: Miss Independent

miss2

Ele estava lá naquela noite de inverno, acompanhado de um amigo e seu velho ar de “bom moço”. Ela também estava no mesmo lugar, como de costume. Ela sempre saía para se divertir, esperando uma noite especial, mas nunca imaginou uma noite como aquela.

Ele a notou logo de cara. Ela lhe chamou a atenção. Sem saber bem o porquê – se eram seus cabelos morenos, seu sorriso ou seu jeito de quem tem um quê de diferente no que pensa e sente -, ele foi se aproximando aos poucos. Ela, buscando esquecer do amor e muito distraída, notou o interesse daquilo que sempre fugia. E abriu seu sorriso mais largo diante do que viu. Sem saber o que fazia, ela o derrubou.

Estático, ele tomou fôlego e esperou alguns segundos… minutos, na verdade. A coragem custava a vir. Ele olhou para trás: ela ainda o encarava. Ainda sorrindo. Ainda aquele rosto que, naquela noite, decidiu que não havia nada o que temer. Ele respirou fundo.

Um passo para trás e um “Oi”. Ela soltou uma gargalhada gostosa, ele acompanhou, vermelho por saber que tinha demorado. Mas ali começava algo inesperado, como dizem por aí, “na hora certa”.

O papo fluiu com a mesma naturalidade que os dois se encararam. Os assuntos surgiam, as risadas, as palavras ao pé de ouvido… até que foram se transformando em abraços, em encontros das mãos, em carinhos, em beijos…

Diante de tudo que acontecia, o pensamento intrigante era mútuo: COMO? Como se sentir tão bem com uma pessoa que se acabou de conhecer? Como se sentir tão íntimo, tão… em casa? “Feels like home”, é o que dizem em inglês. E eles souberam exatamente o significado.

A noite foi assim até o fim. Como num universo paralelo, não existia nada nem ninguém que importasse: os dois tinham a sensação de que o tempo, esse mesmo que os apresentou, havia parado. A despedida foi tão árdua quanto quem se despede daquele amante há muito presente em sua vida.

Quando ela chegou em casa, reinava em sua cabeça a ideia de não esquecê-lo jamais. E ela pediu a Deus, repetidas vezes: “Não me deixe esquecer, não me deixe esquecer, não me deixe esquecer…”.

A vida cuidou de dar rumos diferentes aos dois: nem todas as noites são especiais, e todo encanto de conto de fadas tem prazo de validade no mundo da “realidade”.

Porém, um ano depois, seu pedido foi atendido. Eles ainda se sentem em casa um com o outro. As conversas, a saudade, a confiança inexplicável. Ele ainda a procura como se ela fosse única… E ela? Ela ainda não o esqueceu. Apenas voltou a ser distraída. Não por capricho ou por natureza, mas por intenção. Quando faz isso, não é mais para esquecer.

“Eu vejo seu olhar nos meus sonhos

Eu posso te encontrar sempre assim

Eu posso imaginar outros planos

Num universo paralelo ter você pra mim…”

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Postado por: Miss Independent em 17/06/10
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Deus jamais poderia ter desenhado duas almas tão perfeitamente gêmeas como as nossas. Nem mesmo usando a mesma fôrma várias vezes.

Dois bicudos, mas também dois melhores amigos. Dois profundos conhecedores um do outro. Dois espelhos.

Dois corações enormes. As mesmas alegrias e felicidades. A mesma capacidade de acreditar em todo mundo até que se prove o contrário. A mesma dor quando se prova o contrário. As mesmas mágoas jamais esquecidas.

O mesmo dom para atacar. As mesmas brigas, as mesmas palavras impensadas. O mesmo bater de frente. O mesmo “eu sou assim, não preciso mudar”.

Mas também, o mesmo dom para amar. A mesma vontade de vencer na vida. Os mesmos valores, as mesmas lembranças, as mesmas emoções.

Os dois, verdadeiros portos seguros um do outro. A base. A confiança. Tanta similidaridade só poderia resultar nisso: uma intimidade sem tamanho. Um sentir-se à vontade como poucos. Uma saudade aguda, mesmo se vendo todos os dias.

Conversas intermináveis. Silêncios reconfortantes. A TV na sala. As caminhadas. O velho apartamento. A mudança de cidade. A distância próxima. A voz no ar todos os dias. A nova casa. A família, sempre a família.

O mesmo amor. O mesmo orgulho de ver no que o outro se transformou. O mesmo caráter. O mesmo sangue A+. O mesmo time. Os mesmos olhinhos levemente puxados. Os mesmos ideais. O mesmo desejo de um futuro bonito. E a mesma vontade de que o outro seja feliz… imensamente feliz.

Obrigada por ser assim, tão igual a mim. Obrigada por me mostrar que eu posso ser melhor. Obrigada por procurar ser melhor junto comigo. E desculpas por todo o resto. Te amo pai!

“We fight all the time

You and I, That’s alright

We’re the same soul.”

(Nós brigamos o tempo todo

Você e eu, tudo bem

Nós somos a mesma alma)

*Para ler ouvindo “Sometimes You Can’t Make It On Your Own”, do U2

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Postado por: Miss Independent em 19/03/10
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Hoje não vou escrever nada muito objetivo, se me permitem. Estou em um momento em que estou pensando… aliás, pensando não, estou “deixando acontecer”. Quando faço isso, não tenho “análise” nenhuma para vir aqui e despejar a vocês. Diria que deixo de ser um pouco Miss, já que essa é minha característica principal – sempre racionalizar TUDO – mas diria também que me torno uma pessoa um pouco melhor, menos escrava de minhas próprias análises e pensamentos.

Hoje vou apenas dizer que estou lendo um livro que quero terminar looooogo, para que dele sim eu faça alguma análise e talvez fale a vocês. Sinceramente, não sei o que vou avaliar, porque ele é um livro tanto quanto enigmático – estou a 50 páginas de terminá-lo, e ainda não saquei o propósito da história. Estou falando de “A Menina Que Roubava Livros”.

Não, o livro não é ruim, é ÓTIMO! Mas eu ainda não entendi aonde a Morte – narradora da história – está querendo nos levar (qualquer trocadilho não foi mera coincidência). Enfim… conto a vocês quando terminar.

O que eu sei é que “A Menina Que Roubava Livros” está me fazendo lembrar o quanto gosto de ler, em ambos os sentidos – seja porque é um livro que me prende, seja porque a personagem-título ama ler como eu – e, graças a isso, lembrei de outra história que, esta sim, além de muito especial para mim, eu sabia aonde ia chegar.

Não estou dizendo que eu sabia qual era o FINAL do livro, que pra mim foi estranho, diferente, e até surpreendente. Eu quis dizer que eu sabia do que falava a história: falava de nos tornarmos pessoas melhores, falava de perdão.

Esse livro é o famosíssimo “O Caçador de Pipas”, e eu ouso dizer que foi o melhor livro que li na vida, que chorei do começo ao fim, e que gosto de partes que nem sequer chegaram perto de serem gravadas para o filme. Por isso eu vou destacar aqui o diálogo que simplesmente ME DESABOU – sim, fiquei minutos chorando e não consegui continuar a história naquele dia: tive que fechar o livro e desencanar. Fiquei abismada com a nobreza de sentimento e capacidade de perdão do personagem Hassan, e não consegui ler mais.

Só para contextualizar, de uma maneira bem resumida, o livro conta a história de Amir, uma criança/adolescente que deu belas mancadas – para aliviar a história e não revelar seu conteúdo – com seu amigo Hassan, mas conheceu nele o verdadeiro significado da palavra “lealdade” – o que, diga-se de passagem, Amir simplesmente não tinha.

O diálogo que segue acontece quando Amir está se regenerando, e “salva” o filho de Hassan, Sohrab, para compensar a dívida que tinha com seu amigo. Hassan já está falecido, portanto não pôde vivenciar todo o esforço do amigo em compensar seu “débito”. Mas Sohrab, filho dele, revela o que o pai realmente pensava de Amir nessa cena:

“- Você é tão bom quanto seu pai; talvez até melhor - disse eu depois de mais uma derrota. - Às vezes, ganhava dele, mas acho que era porque ele me deixava ganhar. - Depois de um instante calado, acrescentei: - Seu pai e eu fomos amamentados pela mesma mulher.

- Eu sei.

- O que… o que ele contou sobre nós dois?

- Que você foi o melhor amigo que ele teve na vida.

PS.: Alguém mais notou uma certa semelhança entre o título dos dois livros?

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Postado por: Miss Independent em 09/07/09
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miss

É difícil conviver com quem só reclama. É MUITO DIFÍCIL conviver com gente azeda. Mas é IMPOSSÍVEL conviver com pessoas malas!

Tive uma “mala sem alça e sem rodinha” durante a faculdade. E por azar, antes que eu descobrisse sua condição de mala, chamei-o de “amigo”. Mas ele CONSEGUIU: ele transformou o carinho e a amizade que eu sentia inicialmente em repulsa, e posteriormente em indiferença - salvo em casos que eu precisava sair correndo dele, e era melhor EXPRESSAR algo (cara de triste, de doente, de atrasada) para fugir do ser. Aliás, vamos chamá-lo de “Chico” (preservando nomes).

Todo mundo conhece, já conheceu, ou vai conhecer o “Chico” da sua vida. Mas não se engane: FUJA! Não queira dar uma de Madre Teresa de Calcutá como eu… “ah, mas que estranho, ele não tem amigos… eu vou ser amiga dele”. NÃO SE ILUDA. Os “Chicos” são sozinhos porque NINGUÉM aguenta eles.

“Mas tem como?”, alguém pergunta. Eu TENTEI, juro que tentei. Vamos especificar: o Chico, além de meu amigo, era meu aluno de inglês. Logo na primeira aula dele, quando a turma já havia começado há mais ou menos um mês, ele entrou na sala de aula, parou ao meu lado e, esquecendo qualquer hierarquia aluno/professora, me deu um belo cutucão na lateral da barriga (sim, aqueles cutucões que seu amigo bêbado costuma dar, geralmente diante de algum pretendente seu). Ele fez isso na frente de 10 alunos, que olharam com uma cara de “se a liberdade em aula é ESSA, imagina o que ele faz fora dela.”. Educadamente, mandei ele se sentar e expliquei a todos que Chico e eu éramos amigos de antes das aulas. Nesse dia, passou.

Mas o Chico ERA MALA. E eu demorei para perceber… muitas coisas ocorreram então para provar quanto eu estava cega quanto ao meu amigo “ser legal e fazer as coisas apenas por brincadeira”:

- Ele me ligava durante as aulas de inglês - sim, sentado numa das carteiras EM FRENTE A MIM, ele ligava no meu celular (que estava sempre no silencioso) na tentativa de me fazer pagar algum mico perante meus alunos (????).

- Numa festa surpresa de um amigo, ele chegou com um balão (aqueles gigantes) cheio de bombom, que NÓS tínhamos preparado, e estourou, antes da hora, na cabeça do aniversariante (agora eu me mato de rir quando lembro da cena, mas no dia, diante do stress da preparação da festa surpresa, lembro que aqueles que conseguiram tecer algum comentário apenas disseram “tinha que ser o Chico…”. O resto ficou de boca aberta, decidindo se valia a pena estragar o clima por ele).

- Quando eu estava com J., um “namorado” da faculdade, alertei ao Chico que evitasse demonstrar seu jeito efusivo de ser (de abraçar forte, de ficar me beliscando, e etc.). E ele se comportou… QUANDO EU ESTAVA SEM O J.!! Porque a primeira coisa que ele fez ao me ver COM O J., foi me levantar e ME RODAR NO AR. Nem preciso dizer que eu queria rodar a cabeça dele e jogar longe aquele dia.

Entre tantos outros episódios do tipo, o que acabou com nossa amizade não foi o fato de ele ser inconveniente… ou sem noção… ou MALA MESMO. Ironicamente, o que acabou com nossa amizade foi a CONFIANÇA. Ele não confiava em mim… na verdade, Chico era do tipo que não confiava EM NINGUÉM. Teve problemas desde pequeno com amizades, foi criado pela mãe para “duvidar de todo mundo” e tornou-se… o Chico que todos conheciam. É claro que ele tinha suas qualidades, do contrário seria IMPOSSÍVEL que nossa amizade tivesse durado o tanto que durou. Mas por esses bloqueios, ele não mostrava seu lado bom, e consequentemente o que aflorava para os outros… era o Chico efusivo (paradoxal?), o Chico sem noção, ou o Chico… “ai meu Deus, é o Chico? FOGE!!”!

Moral da história: Como se aguenta um mala? Sinceramente… NÃO SEI. Não “sobrevivi” para contar a história… Admito que me afastei e PIOR: ME SENTI UMA PESSOA MELHOR E MAIS FELIZ SEM O CHICO!! Portanto digo apenas que, se seu coração permitir e você cansar, LIVRE-SE. Há fardos que não valem a pena ser carregados. Mas se um dia você aprender como aguentar até o fim… escreva um e-mail me contando. Quem sabe ainda há tempo de eu “salvar” o Chico!

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Agradecimentos:

- Obrigada à Marla, que sugeriu que eu falasse sobre como lidar com pessoas azedas, e acabou me inspirando sobre a coluna de hoje! Na verdade, ME CONSIDERO uma pessoa azeda, Marla, e se eu descobrir alguém que tope revelar como é lidar COMIGO, eu JURO que coloco aqui! Do contrário, nem eu sei lidar comigo mesma, haha!

- Obrigada a todos aqueles que comentam (não vou citar nomes porque corro sério risco de esquecer alguém) e obrigada àqueles que enviam e-mails (mas por algum motivo também não posso revelar o nome aqui, hehe)!

- Obrigada ao Rodrigo Pina, e não, eu não vou falar quem sou eu, hehe!

- Obrigada a Giovanna Cancian Matheus pelo e-mail super fofo!

- Obrigada àqueles que me seguem e conversam comigo por Twitter (adoro!)

- Obrigada ao Paraíba pelo espaço toda semana (embalei! Hahaha)

- Obrigada ao Timão pelo TRI (êêê… calma, tá no fim!)

- E ao cara do mural do site que disse “se conhece é pq é, pq ngm conhece. fim da linha!“: seu argumento é muito bom, hein? Como advogado você daria um belo detetive! Hahahaha!

ACHO que é isso, beijos e bom feriado =)

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Postado por: Miss Independent em 03/07/09
Categoria: Miss Independent

miss

Tudo que a gente precisa no meio de uma crise é de um amigo. Se for um amigo criativo, melhor ainda. E eu descobri isso na última quinta-feira.

Não vou explanar muito porque acho que a conversa é auto-explicável… mas apenas para contextualizar: todas nós mulheres que acreditamos no amor e bancamos as “racionais” buscando nos proteger - o que admito que é uma certa fuga - temos nossos momentos de crise. Porque a idéia do príncipe encantado não morre dentro de nós… tá, ele não existe, e é ISSO que a gente fica dizendo para nós mesmas. Mas às vezes o espírito de “princesa-presa-na-torre-esperando-seu-herói” emerge, e se isso acontece durante a TPM… bem, FERROU. Daí surgem as crises de choro, porque a vida é mais dura e menos romântica que os filmes. Num momento desses, numa enorme crise de choro, tentei encontrar meu melhor amigo L. (acho que os homens são mais racionais e melhores pra aconselhamentos nessa hora… se você senta com uma amiga para falar disso, é capaz de ela chorar junto com você) e o resultado foi a conversa que segue:

L.:
aaaaaaa Miss… não pode ficar assim…
M.:
Eu sei… mas é como eu te disse, uma vez a cada 6 meses eu fico assim…

L.:
Então Miss… é normal termos essas crises pq o amor realmente é cansativo… vc tem que estar sempre lutando… é pior que Senhor dos Anéis… por mais que vc vença se vc não destruir o anel vc não ganha
M.:
Huahua… Metaforicamente falando… o que seria “destruir o anel” no amor, hehe?

L.:
Achar uma pessoa que seja sua alma gêmea. haha. Mas assim como no Senhor dos Anéis, destruir o anel não depende muito de vc… vc luta em outra batalha e só protege o castelo… destruir o anel é com o Frodo.
M.:
Só você pra me fazer rir agora… hahahahahahaha

L.:
Traduzindo isso tudo… mesmo que vc busque alguém e esteja sempre bem, outros fatores como destino, sorte, oportunidade fazem a diferença. Essa teoria é legal pelo fato que vc se concentra em outras coisas e qdo vc alcança metas vc sempre se sente bem e qto melhor vc se sente mais as pessoas te notam e vc ganha confiança…
M.:
Sim… mas isso não elimina o medo que eu sinto, de não encontrar essa pessoa…

L.:
Bommmmm… vc tem duas opções… continuar com esse medo ou ser igual eu… Eu sempre penso que se nada ta dando certo é pq no futuro dará mais certo do que o normal.
M.:
Eu sei, L… Mas eu tenho um dia que tenho crise… porque sou humana, porque sou mulher, porque tenho TPM, e eu sento e choro, sozinha, chego a ficar horas chorando, como hoje… mas EM TODOS OS DIAS SEGUINTES, eu escolho seguir em frente e ACREDITAR … na verdade, quando eu fico mal, eu fico pensando que nada vai dar certo, mas no dia seguinte, nem eu acredito em mim mesma… nem eu acredito que disse “não existe ninguém pra mim”… porque sou otimista por natureza… então, eu sei que é SÓ um momento de crise… em que eu preciso apenas que alguém REFORCE o que eu mesma penso…

L.:
Haha eu sei… Só to tentando te dar uma boa perspectiva. haha. Lembre-se que no fim, apesar de perder um dedo o Frodo destrói o anel. haha. Mas entendo essa sua crise… o Frodo e os guerreiros também duvidaram da vitória em vários momentos. haha.
M.:
Sim… e você dá… mas não me puxe a orelha… porque hoje não vai adiantar, eu vou CONTINUAR sentindo auto-piedade… amanhã sim eu vou lembrar do que você falou e vou voltar à batalha do castelo, hehe… por hoje tô achando que o Frodo não tá fazendo o trabalho dele e tô achando inútil eu lutar sozinha… seria mais ou menos isso, hehe!

Pois é, mulherada, temos mais ESSA pra enfrentar… Já não bastava estarmos presas na torre do castelo, ainda temos que esperar um baixinho destruir um maldito anel!! Porém, como disse o Legolas: “Mas descansa se precisas de descansar. No entanto, não percas toda a esperança. O amanhã é desconhecido. O conselho vem muitas vezes com o nascer do Sol”.

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