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PARCEIROS
















BOTÃO DE PARCEIRO
Vinicius Paraiba

Histórico da categoria: ‘Insight’.


Postado por: Mikael Correa em 18/09/09
Categoria: Fotografia, Insight

insight

Tecnicamente podemos definir fotografia como captação de uma imagem, através de exposição de uma superfície sensível a luz por um determinado tempo. O significado da palavra fotografia vem de “foto” que significa “luz”, e grafia , “escrever” ou “desenhar”. Fotografar seria portanto desenhar com a luz.

Porém nossa relação com a fotografia transcende o significado técnico e entra no campo do afeto, da memória e da sensibilidade. Provavelmente nós todos temos em casa, uma caixa de sapato cheia de fotografias impressas (raridade hoje em dia), que demonstra momentos de alegria, diversão e descontração, e também nos desperta saudade daqueles que já se foram, mas estão lá, registrados para a posteridade.

Além do uso pessoal, a fotografia é amplamente utilizada por artístas, cientistas, fotojornalistas, para registrar a beleza do momento, a precisão exata daquilo que foi visto, ou de um momento de relevância político, histórico, social e etc…

Por isso a Insight propõe uma votação para escolhermos juntos as melhores fotografias de todos os tempos, utilizando critérios como importância histórica, beleza, técnica, e até critérios pessoais, como aquela que mais te emocionou.

Abaixo vai uma lista com 10 fotos e com uma breve descrição de cada uma delas:

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Foto 1 - Criança Sudanesa
Fotógrafo: Kevin Carter
Ano: 1994

O fotógrafo Kevin Carter recebeu o Prêmio Pulitzer, um dos mais importantes prêmios de fotografia do mundo, por esta foto, e cometeu suicidio 2 meses depois.

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Foto 2 - A primeira fotografia
Fotógrafo: Joseph Nicéphore Niépce
Ano: 1826

Primeira fotografia que se tem registro, foi feita por Niépce da janela da sua casa.

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Foto 3 - Guerrilheiro Heróico - Che-Guevara
Fotógrafo: Alberto Korda
Ano: 1960

Foi considerada “a imagem mais reproduzida da história da fotografia”, o retrato de Che foi feito por Alberto Korda durante um memorial dedicado às vítimas da explosão de La Coubre.

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Foto 4 - Kim Phúc - Guerra do Vietnã
Fotógrafo: Nick Ut
Ano: 1972

A foto de Kim Phúc, garota nua fugindo de seu povoado que era alvo de um bombardeio de napalm, foi vencedora do prêmio Pulitzer e é uma das mais famosas da Guerra do Vietnã. Kim Phúc é hoje Embaixatriz da Boa Vontade da UNESCO.

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Foto 5 - Garota Afegã
Fotógrafo: Steve McCurry - National Geographic
Ano: 1984

A foto de Sharbat Gula, no raro momento em que se pode ver o rosto de uma mulher afegã, tornou-se um símbolo do conflito entre afegãos e da situação dos refugiados por todo o mundo. A foto de Gula foi nomeada como a fotografia mais reconhecida na história da revista National Geographic.

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Foto 6 - O homem dos tanques
Fotógrafo: Stuart Franklin - Magnum
Ano: 1989

O homem fotografado que parou os tanques na China. até hoje tem sua identidade desconhecida. Muitos acreditam que ele tenha sido executado pouco tempo depois de ser capturado pela polícia secreta da china.

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Foto 7 -  Behind the Gare St. Lazare
Fotógrafo: Cartier Bresson
Ano: 1932

Provavelmente essa é a foto mais conhecida de Henri Cartier Bresson, um dos gênios da fotografia e criador do “decisive moment”. “Behind the Gare St. Lazare” congela o momento em que o homem salta sobre a poça d´água, ao fundo aparece o cartaz de uma bailarina em movimento análogo ao seu.

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Foto 8 - A primeira foto da Internet
Fotógrafo: desconhecido
Ano: Publicada em 1992

Tudo indica que esta foi a primeira foto publicada na Internet.
Tim Berners-Lee pediu a um de seus colegas na universidade algumas fotos scanneadas das “CERN girls” para “publicar em algum tipo de sistema de informações, que ele tinha acabado de inventar, chamado ‘World Wide Web’”, segundo o relato de Silvano de Gennaro, o cara que fez o upload da primeira foto clicada num browser de internet. (via fatosinuteis.com)

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Foto 9 - The Falling man
Fotógrafo: Richard Drew
Ano: 2001

A foto foi feita por Richard Drew as 9 horas 41 minutos e 15 segundos durante os ataques de 11 de setembro de 2001, quando muitos suicidadaram-se se jogando das torres do World Trade Center.

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Foto 10 - O beijo na Time Square
Fotógrafo: Alfred Eisenstaedt
Ano: 1949

Em 1945, final da segunda guerra mundial os soldados americanos voltavam para casa, o povo foi saudar aqueles que voltavam e festejar o fim da luta, a felicidade e alegria do povo era vista e registrada por toda parte, a imagem abaixo do marinheiro que beija a enfermeira entrou para história como um dos símbolos do final da segunda guerra, simbolizando o reencontro dos casais separados pela guerra, porém o fato é que o marinheiro da foto estava beijando todas as enfermeiras que encontrava, a imagem foi registrada por Alfred Eisenstaedt. (via classimages)

Deixe seu comentário dizendo quais são as melhores fotos de todos os tempos na sua opinião (em ordem crescente). As fotos escolhidas não precisam estarem na lista acima, neste caso deixe seu comentário com o link delas e uma breve descrição.

Que comecem as votações!


Postado por: Mikael Correa em 26/08/09
Categoria: Insight, Marketing / Publicidade, Vídeos

insight

O ano de 2054, ano que se passa o filme Minority Report, chegou mais rápido do que imaginávamos. Steven Spielberg ao dirigir o filme, que estreiou em 2002, provavelmente não imaginaria que sete anos mais tarde, muitas das tecnologias que pareciam tão distantes estavam na verdade muito próximas. Quem não se lembra de Tom Cruise (Detetive John Anderton), manuseando seu computador apenas com a ponta dos dedos?

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Hoje já não é novidade que muitos aparelhos usam tecnologia semelhante, o Iphone Touch por exemplo, já permite  ajustar as imagens, se divertir com os games e organizar arquivos apenas com o toque dos dedos diretamente na tela do “celular”. É óbvio que a plataforma utilizada pelo personagem do filme é muito mais  futurista, e ainda levará algum tempo para chegarmos lá. Porém a indústria de computadores pessoais parece empenhada na missão.

A HP anunciou ano passado o lançamento do seu TouchSmart PC, um computador all-in-one, com tela de 22 polegadas totalmente em touch-screen. Veja o vídeo abaixo e confira:


E as semelhanças com o filme parecem não parar por aí. Além da indústria de computadores, o mercado publicitário parece investir alto em propaganda high-tech by Minority Report. Assim como no filme, onde os jornais impressos apresentavam animações em vídeo, a Pepsi lançou um anúncio semelhante numa revista impressa. Isso mesmo! Trata-se da edição do mês de setembro da Entertainment Weekly, que entre suas páginas contará com um anúncio em áudio e vídeo de 40 minutos da Pepsi em parceria com a CBS para divulgar as séries da emissora.

Tudo será transmitido por um micro-chip de 2,7 milímetros de espessura, com tela de LCD de 320 x 240 de resolução. Quando o leitor abre a página o vídeo começa carregar e será possível assistir trechos de seriados como “Two and a Half Men” e “NCIS: Los Angeles” e é claro o comercial do refrigerante patrocinador.


Pois é, parece que chegamos ao tão sonhado futuro. E que venham os carros voadores!


Postado por: Mikael Correa em 22/07/09
Categoria: Insight, Marketing / Publicidade, Vídeos

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The Voca People é um grupo israelense que mescla performance teatral com incríveis efeitos sonoros feito exclusivamente com a boca. Sim! Não há nenhum instrumento ou banda, todos os sons de guitarra, bateria e trompetes que você acabou de ouvir são feitos apenas com o poder vocal dos integrantes.

Segundo eles mesmos, todos do são Aliens que vieram do planeta Voca, um planeta musical que não há comunicação verbal, tudo é feito apenas com expressões vocais! Eles teriam escutado a música da Terra ao longo de décadas e, com os seus dotes de imitação, decidiram-se agora a prestar uma homenagem à humanidade interpretando as canções de que gostaram, como agradecimento”.

Isso explicaria o visual esquisitão dos caras. Como todos sabem: “De louco todo gênio tem um pouco”. Os oito talentosos atores/músicos são divididos em: 3 cantoras (soprano, mezzo-soprano e contralto), 3 cantores (tenor, barítono e baixo) e 2 artistas responsáveis pelo beat box.



Postado por: Mikael Correa em 26/06/09
Categoria: Insight, Marketing / Publicidade

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O inverno está aí e várias campanhas do agasalho surgem por todo o país. Porém uma ação diferenciada chamou atenção dos bauruenses nestes útimos dias, e esta coluna não poderia deixar de comentá-la.

Quinta-feira passada, dia 18/06, um varal encontrava-se estendido repleto de roupas em plena Avenida Nações Unidas. Além das roupas o varal apresentava um cartaz com as seguintes descrições: “Ajude se Puder. Retire se Precisar” “O Inverno chegou e muitos passam frio pelas ruas da cidade. Faça sua parte. Se puder doar alguma peça de roupa, Coloque-a neste varal. Se precisar de alguma, fique a vontade, Pode Pegar”.

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Tudo indica que trata-se, portanto, de uma ação solidária. Uma intervenção cuja a proposta é chamar a atenção de todos e ao mesmo tempo ajudar os que necessitam. Porém a possível boa ação, parece não ter sido vista com bons olhos pelos órgãos públicos. A peça durou pouco tempo no local, após as roupas terem sido recolhidas por quem ia passando, o varal juntamente com o cartaz foi retirado no final da tarde por funcionários da Emdurb que alegaram que o objeto atrapalhava a visibilidade das placas de trânsito. Quando tudo parecia ter voltado ao normal na “cidade sem limites”, as roupas surgiram novamente, desta vez penduradas por cabides em árvores do parque Vitória Régia e do canteiro central da Avenida.

O cartaz também estava presente, com as mesmas descrições, tratava-se portanto, da mesma ação. Mais uma vez as roupas foram confiscadas por órgãos públicos. Desta vez pela secretaria do meio ambiente, que alegou não haver autorização adequada para dispor as roupas nas árvores da cidade. Até o presente momento, ninguém assumiu a autoria da ação. O Jornal da Cidade, cogitou a hipótese de tratar-se de um projeto experimental de alunos de Psicologia, Propaganda ou Marketing.

Na minha opinião, pouco importa quem é o autor da intervenção, o que deveríamos nos preocupar é: Será que a ação conseguiu seu objetivo de chamar atenção dos bauruenses? E as roupas, chegarão à quem se destinam? Será que a prefeitura agiu de forma correta, ao retirar as roupas, que ao que tudo indica tinham um objetivo claro de ajuda ao próximo?

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Confira as matérias completas em:

http://307.to/aN8
http://307.to/aN7

Deixe sua opinião


Postado por: Mikael Correa em 05/06/09
Categoria: Insight, Marketing / Publicidade

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Papai! já sei!!! quando eu crescer vou ser Publicitário! Vou poder fazer o que eu quiser, ir de chinelo pra agência, usar roupas estranhas e ter idéias absurdas que só eu entendo, e ainda receber por isso!

Pode parecer estranho, mas muita gente ainda pensa assim. Me lembro como se fosse hoje, quando resolvi que iria estudar Propaganda, um colega de colegial me olhou e disse:
- Ser Publicitário é sossegado! É só chapar o coco, ter umas idéias malucas e pronto!

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Fiquei imaginando o que levaria essas pessoas pensarem assim?! Afinal de contas parece ser tão óbvio que não é só isso! Todo profissional de criação sabe o quanto é difícil vender uma idéia um pouco mais ousada ao cliente, que ela deve passar por um conselho de ética e que existe um milhão de órgãos fiscalizadores malvados loucos para devorar publicitários inocentes.

Mas analisando o histórico da propaganda mundial, percebi que de certa forma essas pessoas até tem um fundinho de razão. Ainda existem muitas coisas absolutamente nonsenses sendo veiculadas, que provavelmente foram idealizadas por algum publicitário chapadão, com roupas estranhas, de chinelo, e totalmente sem noção. Quando junta-se a ele um cliente ainda mais louco, um produto ruim, e nenhuma espécie de filtro: - EUREKA!!! Surgem essas maravilhas!

Aviso: Contém imagens chocantes para pessoas com bom senso.



Postado por: Mikael Correa em 15/05/09
Categoria: Insight

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Pois é, você já ouviu essa frase antes, e é exatamente dessa pessoa que o post do Insight dessa semana irá tratar: Max Porto! Ele mesmo, aquele do Big Brother! Mas antes que comecem a chamá-lo de Popularesco, de Viado, de Traidor do Movimento… ou então de Bonitão, Gostosão, Gente fina…. Não será do lado Big Brotheriano de Max que iremos falar, e sim do lado que poucos conhecem, o lado artísticos do cara. (artístico de verdade)

Antes de entrar na casa mais vigiada do Brasil (puta frase clichê), o artista plástico carioca Max Porto, de 28 anos já tinha minimizado cerca de 100 pessoas, entre alguns famosos como Miguel Falabela, Cláudia Leite e Laura Cardoso e alguns anônimos que encomendam seus trabalhos, para bolo de casamento, presente de aniversário e etc…

Para construir seus mini-mins ele usa uma cerâmica plástica importada chamada Super Sculpey, bem maleável, e depois as colocam num forno, de um fogão comum que ele tem em casa,isso a deixa bem dura e resistente, depois ele retoca a mão e dá um ar de cartoon aos personagens.

Cada trabalho custava de R$ 350 a R$ 800, custava porque depois de ganhar um milhão e tornar-se mais conhecido, dificilmente o preço se manterá. Tudo se ele realmente continuar fazendo este trabalho. Confira alguns dos minimizados, destaque para a riqueza dos detalhes e nas texturas

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Curtiram?


Postado por: Mikael Correa em 24/04/09
Categoria: Insight

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A coluna Insight desta semana é uma homenagem nostálgica à uma das maiores criações em desenho animado na minha opinião. Trata-se de Doug Funnie, sucesso mundial na década de 90. Pouca gente sabe, mas a animação foi baseada num livro – que nem chegou a ser publicado – escrito por Jim Jinkins e Joe Aaron, que iria se chamar “Doug Got a New Pairs of Shoes” ou abrasileirando “Os novos sapatos de Doug”.

Os primeiros episódios da série no canal pago Nickelodeon em 1991 e ficaram ao ar até 1994. Dois anos depois, a Wall Disney comprou o “passe” do desenho, e começou a produzir em 1996 o Disney’s Doug, que teve até filme longa-metragem chamado “Doug’s 1st Movie” (Doug o Filme).

Quem acompanhou a série com certeza ainda se lembra das aventuras de Douglas Yancey Funnie, todas elas anotadas em seu velho Diário. O garoto de 11 anos, narigudo, tímido e desastrado, nutria um amor “platônico” por Patty Mayonnaise. Sempre andava acompanhado de seu fiel companheiro Costelinha, seu cachorro de estimação, e do seu melhor Amigo Skeeter Valentine.

O desenho tratava com genialidade as dificuldades que quase todos pré-adolescentes passam: um amor não correspondido, as implicâncias do valentão da escola e os micos com os pais e com a irmã mais velha. Tudo isso com uma grande dose de inovação e criatividade, desde as cores dos personagens (verdes, roxos…) até os heróis Homem-Codorna e o Cão Codorna. Ah! Claro! E os seus ídolos, os Beets. Com famoso hit: - OoooOOOô iii Oooooô, Mingau matador!!!!!

Se você também é fã da série pode comemorar, a Tv Cultura voltou exibir os capítulos da primeira fase de Doug esse mês. Anotem aí os horários: segunda à sexta-feira em dois horários as 13:30h e as 17:30h.

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Postado por: Mikael Correa em 08/04/09
Categoria: Insight, Marketing / Publicidade, Vídeos

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Homens andando de terno, gravata e SEM AS CALÇAS foram vistos andando pelas ruas de Bauru. A cena curiosa foi uma ação de marketing de guerrilha, desenvolvida pela Agência Zum de Lençóis Paulista para divulgar os cursos de Pós Graduação da USC - Universidade do Sagrado Coração em Bauru. O slogan da campanha é: “Tem gente que investiu em ações erradas e perdeu até as calças. Invista em Você.”

A ação vem chamando a atenção de todos que viram os “cuecas” pelas ruas, e principalmente dos profissionais de propaganda da região que estão comentando bastante sobre o assunto.


Afinal, mulheres semi-nuas já não são mais novidade no mundo da propaganda, homens mostrando os músculos por aí também não, agora colocar quatro magrelos desfilando de cueca para divulgar os cursos de uma Universidade Católica é no mínimo ousado. Parabéns aos idealizadores pela coragem, se Deus tiver senso de humor deve ter gostado e irá perdoá-los.

E vocês o que acharam? Comentem.

Para ver o site da campanha acesse www.acaovalorizada.com.br


Postado por: Mikael Correa em 25/03/09
Categoria: Insight, Marketing / Publicidade

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Eu tenho um grave problema, na verdade tenho vários, mas esse é um dos que mais me incomoda. É o chamado “TOC-APG” Transtorno Obsessivo Compulsivo por Abrir Porta de Geladeira, é aquela mania chata de mesmo sabendo que a geladeira está totalmente vazia, insistir em abri-la para ver o que tem dentro.

Como se as coisas fossem surgir por geração espontânea nas prateleiras. Porém eu sei que não estou sozinho nessa, muita gente sofre desse transtorno. E sabendo disso, os Japoneses (Mais uma vez os Japoneses), inventaram uma geladeira totalmente transparente!

O invento foi exposto em Tóquio, no National Electronics “Invention Station” e foi um dos objetos mais cobiçados por todos que lá passaram. O produto proporciona a visão do seu interior, independente do lado que você esteja, sem precisar abri-la, além de conter um compartimento na sua parte inferior para acomodar os itens mais pesados. A invenção é genial! É solução pros meus problemas! (E pra muita gente também), e ainda contribui para a economia de energia (O Planeta agradece).

A Super Geladeira ainda não está a venda, existe somente o protótipo. Torçamos para que quando começar as vendas chegue desse lado do mundo o mais rápido possível, e de preferência com um precinho camarada (o que eu acho difícil).

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Postado por: Mikael Correa em 11/03/09
Categoria: Insight

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Você sabia que existe uma arte japonesa que tem por finalidade inventar coisas inúteis? Sim isso existe, e atende pelo nome de Chindogu.

“Chin” significa estranho, ou pouco comum, e “dogu” significa ferramenta. Provavelmente você já deve ter visto várias dessas invenções circulando aí pela Internet, mas não deve ter imaginado que a brincadeira era levada tão a sério pela galerinha dos olhos puxados.

Para ser um Chindogu, não basta inventar qualquer coisa. A obra deve obedecer certos requisitos. Os Dez Mandamentos do Chindogu:

I - Um chindogu não pode ser feito para uso real.
II - Um chindogu deve existir.
III - O espírito do chindogu é o de total anarquia.
IV - O chindogu deve ser desenhado para um uso no quotidiano.
V - O chindogu não está à venda.
VI - O humor não deve ser o motivo principal para a criação de um chindogu.
VII - O chindogu não é propaganda pessoal.
VIII - O chindogu não deve ser um tabú.
IX - O chindogu não deve ser patenteado.
X - O chindogu não deve ser um motivo de diferenciação.
Ou seja, um Chindogu deve ser tão idiota, que ninguém vai ter a coragem de usá-lo de verdade, de comprá-lo ou copiá-lo. Por vários motivos, eu particularmente considero esse tipo de arte genial. Afinal, algumas invenções nem são tão inúteis assim, mas caso sejam, você pode se defender dos caras que te acham louco, dizendo algo do tipo: - Calma velho! isso é arte, isso é Chindogu!

O papa do Chindogu é um tiozinho chamado Kenji Kawakami. É dele, várias invenções campeãs. Segue abaixo, ele e algumas destas invenções estranhas:

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1ª - Manteiga em bastão (essa eu achei bem útil)
2ª - Para a diversão dos cachorrinhos solitários
3ª - Seus problemas com o restinho do danone acabaram-se
4ª - Essa deveria ajudar as mulheres. Secador instantâneo de unhas.
5ª - Nem as crianças escaparam. Essa é uma roupa 2 em 1, além de vestir os bebês, ainda ajuda a encerar o chão.

É isso aí, seja um Chindogu você também! Vem!