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PARCEIROS
















BOTÃO DE PARCEIRO
Vinicius Paraiba

Histórico de junho, 2009.


Postado por: Vinicius Paraiba em 29/06/09
Categoria: Games

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Postado por: Mikael Correa em 26/06/09
Categoria: Insight, Marketing / Publicidade

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O inverno está aí e várias campanhas do agasalho surgem por todo o país. Porém uma ação diferenciada chamou atenção dos bauruenses nestes útimos dias, e esta coluna não poderia deixar de comentá-la.

Quinta-feira passada, dia 18/06, um varal encontrava-se estendido repleto de roupas em plena Avenida Nações Unidas. Além das roupas o varal apresentava um cartaz com as seguintes descrições: “Ajude se Puder. Retire se Precisar” “O Inverno chegou e muitos passam frio pelas ruas da cidade. Faça sua parte. Se puder doar alguma peça de roupa, Coloque-a neste varal. Se precisar de alguma, fique a vontade, Pode Pegar”.

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Tudo indica que trata-se, portanto, de uma ação solidária. Uma intervenção cuja a proposta é chamar a atenção de todos e ao mesmo tempo ajudar os que necessitam. Porém a possível boa ação, parece não ter sido vista com bons olhos pelos órgãos públicos. A peça durou pouco tempo no local, após as roupas terem sido recolhidas por quem ia passando, o varal juntamente com o cartaz foi retirado no final da tarde por funcionários da Emdurb que alegaram que o objeto atrapalhava a visibilidade das placas de trânsito. Quando tudo parecia ter voltado ao normal na “cidade sem limites”, as roupas surgiram novamente, desta vez penduradas por cabides em árvores do parque Vitória Régia e do canteiro central da Avenida.

O cartaz também estava presente, com as mesmas descrições, tratava-se portanto, da mesma ação. Mais uma vez as roupas foram confiscadas por órgãos públicos. Desta vez pela secretaria do meio ambiente, que alegou não haver autorização adequada para dispor as roupas nas árvores da cidade. Até o presente momento, ninguém assumiu a autoria da ação. O Jornal da Cidade, cogitou a hipótese de tratar-se de um projeto experimental de alunos de Psicologia, Propaganda ou Marketing.

Na minha opinião, pouco importa quem é o autor da intervenção, o que deveríamos nos preocupar é: Será que a ação conseguiu seu objetivo de chamar atenção dos bauruenses? E as roupas, chegarão à quem se destinam? Será que a prefeitura agiu de forma correta, ao retirar as roupas, que ao que tudo indica tinham um objetivo claro de ajuda ao próximo?

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Confira as matérias completas em:

http://307.to/aN8
http://307.to/aN7

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Postado por: Miss Independent em 25/06/09
Categoria: Miss Independent

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Gravei uma frase uma vez, lida no livro “O Futuro da Humanidade”, de Augusto Cury: “O ser humano adapta-se facilmente ao caos”. Aquilo me marcou porque, quando refleti sobre ela, pensei o quanto era real. Quantas vezes não recebemos uma notícia como se fosse o fim do mundo, a pior coisa que podíamos ficar sabendo, ficamos irritados, Ps da vida e, salvo casos de pessoas mais depressivas e dramáticas, um ou dois dias depois, tudo volta à mais perfeita normalidade? Como se SEMPRE E SEMPRE tivesse sido daquele jeito…

Mas o que eu acho ENGRAÇADO no ser humano, e talvez especialmente em nós, brasileiros, é a capacidade que temos de não apenas nos adaptar, mas tirar um sarro BONITO da cara do tal do “caos”… É verdade!! Uma espécie de humor-negro em algumas situações, ou mesmo de sacadas inteligentes EM outras… fato é que pensamos “a situação é esta”, nos conformamos, e lá estão nossas mentes trabalhando para fazer alguma piada do contexto! Algo como os humoristas de stand-up comedy fazem muito bem. O Felipe Andreoli, do CQC, por exemplo, postou em seu Twitter, sobre o acidente da Air France: “Vejam como a vida é efêmera… um dia você está planejando uma viagem para Paris e no outro, BUM… Você explode no ar!”… o que tem um quê de “seria cômico se não fosse trágico”!

Falo tudo isso porque… sou jornalista. Pronto, falei. Por conta disso, o tema mais discutido no meu grupo de e-mails, no meu Twitter e até no meu MSN durante a semana que se passou foi a tal da obrigatoriedade (ou melhor, DA NÃO OBRIGATORIEDADE) do diploma. Não vou entrar aqui no mérito da questão, porque política e debates jurídicos não são meu forte e nem meu assunto preferido para qualquer texto que eu venha a escrever (já me bastaram os temas de redação do vestibular!). Vou apenas dizer que sou a favor da obrigatoriedade do diploma, INCLUSIVE PARA OS CHEFS DE COZINHA (que o ministro tão bondosamente comparou com a nossa profissão), e qualquer dia, se me der na telha ou alguém se interessar, explico porquê. Para efeito da coluna, basta dizer que meus colegas diplomados estão, em sua imensa maioria, revoltados.

Com isso, imagine-se: milhões de xingamentos, argumentos e “quebra-paus” surgiram no grupo de e-mails da minha antiga turma da faculdade. Mas o engraçado foi o que começou a pipocar um ou dois dias depois da decisão… Inúmeras, mas INÚMERAS, piadas sobre a situação. E apesar de revoltada… eu fui uma das que ri… aliás, uma das que GARGALHOU com alguns dos comentários. Eu, por exemplo, comentei que poderíamos ver o lado bom: diploma virou algo como curso de alemão… É DIFERENCIAL NO CURRÍCULO! Já que não é mais obrigatório e disputarei com candidatos sem formação universitária, numa entrevista, eu poderei dizer: “trabalhei aqui, trabalhei ali, TENHO DIPLOMA…”. Enfim…

Uma colega inspirou-se na comparação do ministro Gilmar Mendes - jornalista = chef de cozinha - e disse “se jornalista é igual a chef de cozinha, sugiro a vocês não provarem do meu pirão!”. E uma terceira, que me fez parar uns 5 minutos no trabalho e rir, rir até sair lágrimas dos olhos, foi a sacada de uma amiga na frase do MSN: “Diploma: você não vale nada mas eu gosto de você!”.

Revoltas à parte, tá aí o engraçado da vida… Então sugiro a você que ria daquele chefe que manda e desmanda e acha que você é o tapado da história (só não ria na cara dele, por favor!)… Guarde um tempo para se revoltar, mas ria de um Ministro que acha que jornalista não precisa de diploma (especialmente se ele tem em seu histórico reclamações contra a imprensa)… ria daqueles que se acham superiores a você só porque tem um carro da moda, ou que acham que sabem viver simplesmente porque saem todo final de semana, mas estão saindo às custas de “paitrocínio”… na falta de uma alternativa melhor, RIA… Se você não concorda e não pode mudar a situação, pelo menos momentaneamente, só resta o “a gente se ferra - para não dizer outra coisa - mas se diverte”… porque, se você não fizer isso, vai perder toda a graça dessa coisa já tão séria chamada VIDA.

Contatos:
E-mail: colunamiss@gmail.com
Twitter: @colunamiss


Postado por: Vinicius Paraiba em 22/06/09
Categoria: Games

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Postado por: Vinicius Paraiba em 22/06/09
Categoria: Cotidiano, Marketing / Publicidade, Vídeos


Há um mês começou na USC, um projeto de extensão no curso de Publicidade e Propaganda, chamado SuperGame. O jogo propunha que os alunos formassem equipes, simulando agências de publicidade, que competissem entre si para conseguir a conta de uma campanha de Festa Junina de um supermercado fictício.

Foram formadas cinco agências, que se viraram para cumprir três fases: Planejamento, Plano de Mídia e Custos e, por último, Conceito Criativo e Produção. O “cliente” era o humilde Supermercado Compre +, que, teoricamente, se encontrava em um bairro tradicional de Bauru. Além disso, eram também simulados: a moeda (F$ = Fidibequis), a emissora de TV, emissora de rádio e o jornal impresso.

A minha agência, chamada Avulsa Comunicação, era formada por sete pessoas. Todos, além de mim, do terceiro ano do curso. Na primeira fase, que era somente para entregar o planejamento, a gente, pensando além, apresentou a nossa agência de uma forma organizada juntamente com a Carta Proposta.

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A nossa agência era especializada em Estratégia de Comunicação. Como referência a isso, eu peguei o Xadrez (que é um jogo de estratégia) para fazer o conceito, slogan e a identidade visual. O logo (imagem acima) é nada mais que duas peças, do jogo de xadrez, em vermelho, representando estratégia e a comunicação. Elas estão separadas, soltas, avulsas… mas, sempre aliadas no mesmo jogo.

Na segunda fase, a gente resolveu fazer uma pesquisa de mercado no mercado (trocadilho) Super Bom, que, segundos os organizadores do jogo, era o que se assemelhava mais ao fictício Compre +. Antes de sair distribuindo comerciais de TV, rádio e jornal em qualquer dia ou horário, a gente precisava de uma base de dados do perfil desse público. Então, para não dar um tiro no escuro, essa pesquisa foi feita.


Após apontar todo o plano de mídia e custos na segunda fase, foi chegada a hora da criação. A terceira fase era basicamente isso… criar esboços de outdoors, jornalzinho de oferta, roteiro para o comercial de TV e de rádio. A produção do comercial de rádio e TV não era obrigatória. Mas nós resolvemos fazer tudo além dos roteiros, para ter ponto a mais que os outros grupos.

A gente tinha apenas uma semana para gravar tanto o comercial de rádio, quanto o de TV. A peça para a televisão, por exemplo, foi gravada numa manhã. Tudo isso com custo ZERO e sem obrigação de entrega ao SuperGame. Foi complicado… só quem tenta é que sabe de verdade. Luz do ambiente, som do personagem falando, lugar certo para fazer a filmagem, estúdio para filmar os produtos. Tudo isso em uma manhã. Foi trash! Bom… a gente tentou. Talvez se tivesse mais tempo, ficaria melhor.

Por fim, nessa última sexta-feira foi feita a apresentação de tudo. Alguns slides para ajudar na apresentação e três vídeos para serem mostrados para a platéia e jurados. Esses vídeos nada mais são que um institucional da nossa agência, o comercial de TV e, por último, o making off de tudo. A premiação teve algumas categorias, de acordo com quem fosse melhor em cada fase: Melhor Planejamento, Melhor Planejamento de Mídia e Melhor Criação. E por último, a premiação mais esperada: Melhor agência de todo o SuperGame.

avulsapreBom… sem mais delongas, a premiação final ficou:

Melhor Planejamento: Agência 1
Melhor Planejamento de Mídia: Agência 5
Melhor Criação: Avulsa Comunicação

Melhor Agência do SuperGame: Avulsa Comunicação

Sim! A gente conseguiu! Avulsos campeões! Hohoho! O prêmio simbólico será um jantar no restaurante Templo para toda equipe, além de uma visita a editora Alto Astral, na agência Empório Comunicação, na TV Tem e 94FM.

E para finalizar, o making off, aqui em cima, de tudo o que foi filmado durante esse mês de competição. Bom… acho que é isso. Esqueci de alguma coisa? Hm… acho que não.

Gostaram?


Postado por: Miss Independent em 20/06/09
Categoria: Miss Independent

miss

Sempre tento empreender algum tipo de “desafio” na minha vida, baseado naquela teoria do “faça pelo menos uma coisa da qual você tem medo no dia”. Claro, eu não sigo isso todos os dias. Às vezes me bate um “ahhh, desencana, quero vida sem aventuras” - às vezes não, MUITAS VEZES. Mas às vezes me bate uma força maior que diz “não… vença seu medo… deixe de ser um pouco quem você é há muito tempo” (tem a ver um pouco com aquele texto das “mudanças” que o Paraíba fez).

Eu começo isso em coisas pequenas. Portanto acho relevante contar que, em janeiro, me mudei para uma casa que fica na frente de… um bueiro (mas acreditem: a casa compensa o bueiro - ou pelo menos pensamos assim… mas não vem ao caso essa discussão!). Pois bem, esse bueiro é a casa de muitas, inúmeras e diversas baratas, o que se tornou motivo de eu ser mais amigável com elas. Mas ainda assim, MORRO DE MEDO de matar uma. Elas não costumam sair do bueiro (imagino que elas também estejam fugindo do inverno), mas quando uma delas resolve aventurar-se e conhecer outros ambientes, elas acabam entrando na minha casa. E aquelas que gostam de aventuras PERIGOSAS, aparecem na minha sala. Eu REALMENTE ACHEI que morando num local assim, onde semana sim semana não uma barata vem assistir novela na sala com você, ou te fazer uma visita durante o jantar, eu iria perder o medo de exterminá-las. Mas continuo correndo para o meu quarto quando vejo um exemplar da espécie, como se elas fossem me perseguir.

Pois bem, ontem estava eu na frente da minha casa (portanto, na frente do bueiro) esperando uma amiga (para, aliás, assistirmos ao show do Marco Luque, que foi sensacional! Mas isso também não vem ao caso), quando vejo uma delas arriscando adentrar o meu quintal. Pensei comigo mesma “nãooo, hoje não”. Mas depois pensei… “quer saber? Esse é o desafio de hoje. Vou matar uma barata… vou matar uma barata ou não fico com o M!” (em tempo: M. é o meu cara perfeito do último post, aquele que namorava 3 anos. Pois é, NAMORAVA, porque ele terminou, se não me engano no dia dos Namorados, logo, um dia depois da coluna. Mas isso também não vem ao caso!).

Após esse meu pensamento, parece que foi automático: ela investiu em disparada em direção à minha casa. E eu me arrependi AMARGAMENTE de dizer que se não a matasse eu não ficaria com o M. Olhei para ela em súplica pedindo “não entra, eu quero ficar com ele, mas não vou conseguir te matar…”.

Então ela parou. Subitamente, PAROU. Como que me dando tempo pra pensar.

Fiquei olhando ela ali, toda indefesa. Pensei “ela vai entrar, e vai correr… e tudo que eu tenho que fazer… é pisar nela? Pra ficar com o M?”. Me enchi de coragem e FALEI, sozinha na calçada: “Entra. Entra que eu quero ver se você é mulher!”.

Meia volta, volver. Ela saiu em disparada, parecendo assustada, e entrou no bueiro. Não a vi mais desde então, hehe.

MORAL DA HISTÓRIA: Eu vou ficar com o M. Ou na próxima vez, mato a barata que entrar em casa. Ou os dois… Ou nenhum. Mas o que importa? EU A ENFRENTEI, hahaha!

Contatos:
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Twitter: @colunamiss


Postado por: Vinicius Paraiba em 14/06/09
Categoria: Coberturas

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Postado por: Vinicius Paraiba em 13/06/09
Categoria: Coberturas, Cotidiano

solteiros

Esse post vai ser contado de trás pra frente, em ordem cronológica errada… de acordo com as coisas que eu fiz nessa sexta e quinta-feira respectivamente.

Por exemplo… ontem a noite, dia dos namorados, eu fui a Festinha dos Solteiro no apartamento da Luci. Nada melhor do que ir numa festa assim, para não ter que parar em bares lotados de casais. Certo? Ok então! Estão aí as fotos 13 fotos-solteiras para vocês observarem.

Ah! Tem um textinho legal pra quem fica se lamentando no dia dos namorados. Leiam, clicando aqui, que vale a pena.

quintasexta1

quintasexta2Já na quinta a noite, no feriadão, teve uma festa aleatória na casa do Vitor Banza. Eu tava meio doente, com febre… então só tirei essas duas fotos. Melhor que nada, vai! Hehehe! E pra finalizar, na quinta à tarde, teve a festinha de aniversário do meu primo Bruno, de 10 anos. Eu selecionei cinco fotos pra ficar registrado.

Nessa foto maior, logo abaixo: eu, minhas irmãs, meus cunhados e meu primo.

Não necessariamente nessa mesma ordem.

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Eu sei… [cara de sono detected]

Na primeira foto, a galerinha do barulho armando altas confusões na sua Sessão da Tarde. Na segunda foto, eu aproveitando o fliperama de graça do buffet, provando que eu não tive infância. Hohoho! E a terceira imagem mostra uma garotinha fazendo careta. Eu só não sei se ela fez de propósito, ou se a empadinha tava ruim mesmo.

Empada. Essa palavra é engraçada.

Então é isso! Ah! Eu que fiz o convite da festa dele… no caso, a última imagem. Beijo no coração criançada ;*


Postado por: Miss Independent em 11/06/09
Categoria: Miss Independent

miss

(A coluna de hoje é para os solteiros. Ou para você, comprometido, que quer rir um pouco de nós. Ou melhor, de mim, representando todos nós. Enfim, FIQUE À VONTADE! O negócio é rir em vez de chorar mesmo!)

Esse tal de “Dia dos Namorados” me fez pensar quanta coisa irônica já aconteceu na minha vida… a começar por ele próprio! Nunca “comemorei” um Dia dos Namorados… O dia em que cheguei mais perto disso foi quando um relacionamento começou MUITO IRONICAMENTE no 13 DE JUNHO (sim, Santo Antonio foi bem egoísta e quis que eu celebrasse minha felicidade amorosa no dia DELE, não no dia 12) e, óbvio, não chegou nem perto de durar o bastante para trocarmos nosso presentinho e comemorarmos um ano juntos. NÃO MESMO.

Pois bem, ironias do destino são algo muito comum na vida das pessoas e, pensando em algumas, boas e ruins, levantei as maiores de minha vida:

- Quando estava na 7a. série, um suporte da minha cortina (??) caiu bem em cima do meu braço (??). Notem que eu não entendi bem o porquê, mas ele caiu, e ganhei com isso um braço trincado. Não bastasse a estranheza da situação, eu estava em semana de provas, mas em vez da cortina fazer um favor e acertar o braço direito, me livrando assim das provas mensais, ela atingiu o esquerdo. Conclusão: foi BEM FODA (se me permitem essa palavra!) fazer a prova de desenho geométrico naquela semana maldita!

- Quando prestei vestibular, fiquei em 93o. na colocação. Dado o fato de que havia 50 vagas e 30 pessoas na lista de espera, apesar de esse 93 ser ótimo, era também um indicador de “quer entrar? tente outra vez!”. Então veio o cursinho, e aquele trampo: arrumar emprego, pagar a mensalidade, trabalhar, estudar de fim de semana, enfim, NÃO TER VIDA… Mas UM MÊS depois, me ligam da faculdade: “pode vir fazer a matrícula que chegou no seu número!”. ????? “Como assim chegou no meu número, eu não tava nem na lista de espera!”. “Pois é, mas chegou”. Tudo bem, certas ironias do destino, mesmo depois de você estudar que nem uma condenada e arranjar um emprego jurando ficar até o fim do ano, são bem-vindas.

- Devido a traumas amorosos, em 2008, enrolei BONITO um cara a fim de mim. Enrolei por uns 6 meses. Medo daquele “estou curtindo a vida, não quero namorar” dele. Ironicamente, por quem eu me apaixonei DE VERDADE? Por ele… ironicamente, quando decidi admitir? No dia em que, mais tarde, ele ficou com outra. Bom, depois de DOIS MESES, quando ele parou de ficar com ela, pensei “chegou a minha vez”. Fui direta como nunca e disse que tinha muitas coisas para resolver com ele, de uma maneira que ele entendeu o recado. Ficamos. Porém isso foi na época de conclusão do meu TCC. O que aconteceu depois disso? NÃO TIVE VIDA (notem que as ironias surgem quando não tenho vida social!). E quando voltei? Ele estava com outra. “Tudo bem, tá só ficando”. - pensei. Nos jogos universitários, eu sabia que ela não ia e boa, quem ia ficar com ele? Eu! Mas na semana dos jogos, quem começa a namorar? Ela! COM ELE! Tudo bem, tudo bem… me contentei em ver ele vir sentar ao meu lado e puxar papo comigo durante as partidas… (cof! cof! MENTIRA!)

Mas a maior de todas as ironias talvez seja a última (em ordem cronológica!):

- Voltei pra minha cidade, formada e perdida. Com a maioria dos amigos ainda fora, fazendo facul, ou seja: rede social quase que zero (notem a falta de vida me preparando uma ironia!). Quando estou reconstruindo minhas “raízes”, aparece… ELE. O Cara Perfeito. “Moço bom” - como diria minha avó - inteligente, bom papo, adora futebol, sertanejeiro, pagodeiro… tudo, tudo IGUAL A MIM! Por ironia do destino, descubro que minha melhor amiga o conhece, porque… ela namorou o melhor amigo dele! Olha só, tudo dando certo, mas…

ELE TEM NAMORADA. Há 3 anos. E o mais irônico de tudo: “ele precisa se distrair do namoro” (palavras dele), mas terminar que é bom… NADA!

É… de volta ao Dia dos Namorados sem namorado… e como diria Alanis:

“It’s like 10,000 spoons when all you need is a knife
It’s meeting the man of my dreams
And then meeting his beautiful wife
And isn’t it ironic… don’t you think?”

é como 10.000 colheres quando tudo que você precisa é uma faca
é conhecer o homem dos meus sonhos
e então conhecer sua linda esposa
E isso não é irônico? Você não acha?

PS¹.: aceito sugestões temáticas para a coluna… vocês não são obrigados a engolirem o que eu falo goela abaixo! Hahahaha… podem escrever nos comentários ou para colunamiss@gmail.com

PS².: Twitteeeeeer: www.twitter.com/colunamiss