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PARCEIROS
















BOTÃO DE PARCEIRO
Vinicius Paraiba

Histórico de maio, 2009.


Postado por: Miss Independent em 28/05/09
Categoria: Miss Independent

miss
É engraçado, mas eu estava pensando esses dias “nunca falei sobre o amor na coluna”. É claro, a palavra “amor” deve ter aparecido algumas vezes, talvez inúmeras, por aqui. Mas é incrível como, numa coluna que trata bastante de relacionamentos, eu nunca falei dele… O AMOR. Será que estamos ficando realmente superficiais? Bom, não vamos entrar nessas questões existenciais. Não quero abordar o amor de forma racional, embora, pra mim, o amor seja de fato os dois lados. Se for só a emoção, você sente paixão, não amor. Mas eu vou falar, então, do “amor-apaixonado”, hehe… aquele do passarinho verde, do céu de azul bonito e das luas cheias apaixonantes (nota como o texto mudou? Dá-lhe romantismo!!).

Gente, é INCRÍVEL como as pessoas mudam quando apaixonadas! Que atire a primeira pedra quem nunca viu aquele amigo todo sério pensando na vida com cara de bobo. Surgem músicas apaixonadas nos nicks de MSN, ou nos MP3s que antes sempre tinham axé ou qualquer coisa de celebração à vida. O humor da pessoa melhora (o sorriso também)… a agenda de fim de semana começa a se preencher (a pessoa sai mais pra encontrar, ou pra ver de longe, que seja, a pessoa amada)… enfim… os sintomas são inúmeros… e eu vou comentar os mais bonitinhos que eu conheci aqui!

Tive a capacidade de me envolver com um cara que dizia “não acreditar no amor”. Que ótimo… de todos do mundo, fui escolher justo ESSE. Mas não é que o menino era romântico? Logo na primeira vez que fiquei com ele, ele me fez uma lista de “10 Coisas que Eu Adoro Você”. Lógico, meu queixo caiu… quase perguntei “perae… você é o J. mesmo? Tem certeza?!”. Mas o mais bonitinho de tudo foi que, eu SEMPRE vi ele falar que não mudaria por causa de relacionamento, e “dia de sair com os amigos era dia de sair com os amigos”… Até aí tudo bem, também concordo com esse dia. Mas eu sempre fazia umas marotagens pra não deixar de vê-lo (quem é apaixonado sabe que, no começo, é MUITO DIFÍCIL ficar UM DIA SEQUER sem ver a pessoa… mas enfim, hehe, coisas do amor!).

Um belo dia fomos no cinema e, sei lá porquê, ele tirou o relógio e pediu pra que eu guardasse. Claro que eu guardei ATÉ O DIA SEGUINTE, dia que eu não iria vê-lo, e usei a desculpa de que tinha que devolver o relógio para passar na casa dele. Quando cheguei, estavam todos os meninos assistindo a um jogo da Copa do Mundo. Ele disse “fica aí”, mas eu também queria assistir com meus amigos. Combinei “fico um tempo, depois eu vou”, ele disse “tudo bem”, e ficamos… eu, ele, e todos os amigos absortos na partida. Terminado o 1º tempo, chegou a hora difícil, mas eu também não abria mão da minha turma, então, firme e forte, levantei e disse “J., tô indo”. Ele levantou, me olhou um tempo e falou “peraí”. Correu pra dentro da casa e voltou com uma chave na mão. Eu olhei pra chave, olhei pra ele meio sorrindo, e disse “aonde você tá indo?” e ele “eu vou com você”. Cena de cinema, hehe.

O outro momento bonitinho foi o da L., minha amiga pseudo-racional. Cansada de ser romântica e tomar na cara, L. entrou na faculdade pensando “uhuuu! vida loca!”. Não que ela pegasse todos, mas ela pegava quem ela queria, sem apego nenhum. Apesar disso, não acho que ela fazia galinhagem… enfim, ela apenas era ela mesma, e não se envolvia nas vezes que ficava com alguém. Mas aí ela encontrou ELE. O AMOR! Numa festa comum, com um colega da nossa sala… COMUM. Ela ficou uma vez, e duas, e foi ficando… virou namoro. E era fofo… era um casal inesperado, mas que ficou LINDO junto, do tipo que todos pensavam “como é que não pensamos nisso antes?!”. Daqueles casais que ninguém visualiza, mas depois que acontecem, ganham fã-clube, camiseta, bonezinho, enfim… O envolvimento fluiu tanto que, com um mês de namoro, ela chegou a nossa república dizendo “eu falei: eu te amo!”, e logo todas nós estávamos em volta dela com “por quê?”, “mas já?!”… e o momento fofura da noite foi quando ela respondeu “ah… se eu não falasse isso, se eu falasse qualquer frase menos essa, ia ser menos do que eu sinto…”. (pausa para os suspiros)

É, meus amigos! Esse é o amor… surpreendente. Fascinante. Envolvente. Ele próprio… APAIXONANTE.

PS.: Gente, não queria falar, mas como vocês não me conhecem… é meu aniversário domingo! Enviem-me energias positivas!! kkkkk

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Postado por: Vinicius Paraiba em 27/05/09
Categoria: Cotidiano, Dicas, Especial

sereu

Já percebeu que ser humano tem medo de mudança?

Por que será que todo mundo sempre quer ficar confortável, na mesma situação de mesmice? Faz uma avaliação das suas memórias e tenta lembrar das melhores coisas que você já viveu. As memórias que te dão uma sensação boa de nostalgia.

Pensou? Eu sei que não.
Essas coisas você só lembra quando está dirigindo sozinho ou um pouco antes de dormir, quando você fica viajando.

Ok… mas quando você sentir tudo isso, preste atenção. Pode perceber que as coisas que você sempre lembra são as que aconteceram em uma situação de mudança. Já aquelas coisas que aconteceram no período de mesmice… você praticamente esquece.

Pensa nas situações de mudanças que aconteceram na sua vida. Aquelas que te tiraram da rotina MESMO. No momento em que ela está acontecendo… é sempre ruim, né? Dá uma insegurança e medo do futuro incerto que está por vir. Mas pára pra pensar, no que acontece depois da mudança. Você lembra, e ri. É uma sensação de experiência vivida.

Que sensação é essa?
Sabe aquela música, de uns 3 ou 4 anos atrás, que você ouve e sente exatamente o que você estava sentindo na época que ela estava tocando? Sim? Então! Essa é a sensação. Nostalgia.

E por que o medo da mudança?
Depois que ocorre uma mudança e aquilo te marca, você tende a querer se manter naquilo, pensando que vai ser ótimo por muito tempo. Mas acaba transformando tudo aquilo numa mesmice sem fim.

Certo. Mas como eu faço para saber se eu estou na mesmice, para poder mudar?

Isso é simples.
Quando alguém perguntar “Quais as novidades?”, faça o maior esforço possível para contar tudo o que você tem de novo na sua vida. Comece a despejar informações sem parar nela. TUDO MESMO!

Se você não tiver nada pra contar ou não ficar nem um pouquinho empolgado com as novidades que você está contando… é porque você está preso na sua vidinha de sempre! CORRA!

Corra da mesmice e não da mudança. Não tenha medo de mudar. Mudança é bom, faz crescer. E quando você perceber que está tudo ficando normal… mude mais uma vez.

Se demita quando o emprego não te oferecer nada de novo, termine o namoro chato sem futuro, faça as coisas ao contrário, pense ao contrário, tome decisões ousadas, esqueça o que os outros pensam… mude!

Quanto tempo faz que você não muda o seu visual?

Troque o mesmo lugar que você senta na sala de aula, troque de restaurante, vá a lugares diferentes, ouça músicas diferentes, conheça pessoas que você tem preconceito de conhecer só por causa da aparência, cumprimente pessoas na rua (com um sorrisinho) mesmo que as não conheça… provoque mudança. Peça pra levar tapa na cara!

Pé… pera aí! Calma. Como assim “Peça pra levar tapa na cara”?
Pra explicar isso, eu vou citar uma parte do livro “Tudo o que você pensa, pense ao contrário” do autor Paul Arden.

“Se você mostrar um trabalho seu a alguém e perguntar “O que acha?”, o outro provavelmente dirá que está legal porque não quer ofendê-lo. Na próxima vez, ao invés de perguntar se está certo, pergunte o que há de errado.

O outro pode não dizer o que você está querendo ouvir, mas existem mais chances de que lhe ofereça uma crítica sincera. A verdade dói, mas a longo prazo é melhor do que um tapinha nas costas.”

Pegou? ass3


Postado por: Vinicius Paraiba em 22/05/09
Categoria: Ensaios, Marketing / Publicidade, Música, Vídeos


Ta aí! Está pronto!

Esse vídeo aqui em cima é o Making Off da produção do comercial que eu e o meu grupo da faculdade fizemos da marca Nestlé. Tudo foi filmado nessa última sexta-feira (15/05) lá no Studio VIP e editado por mim durante essa semana.

Lembra que eu tinha prometido né? Apesar de ter falado que só ia colocar no sábado, eu não resisti e estou dando uma adiantadinha pra hoje mesmo! Depois de conferir esse Making Off, não se esqueçam de ver como ficou a produção final do comercial, nas versões de 30 e 60 segundos!

A idéia que eu queria para o comercial era basicamente mostrar, de forma alegre e fofinha, modelos fazendo gracinhas na frente de uma câmera enquanto consomem produtos da marca Nestlé.

O fundo branco foi usado para destacar as modelos e os produtos. As garotas foram instruídas a usar roupas básicas e acessórios simples para evitar que o foco da filmagem fosse distorcido. Elas foram selecionadas de acordo com a facilidade qu tinham com expressão corporal e não necessariamente por causa da beleza, porém, este quesito não foi descartado.


A captação das imagens foi feita de forma estática, isto é, com a câmera parada em uma única posição. Isso foi feito justamente para capturar somente os movimentos delas, ou seja, CRIAR movimento e não FAZER acontecer o movimento.

Além da letra, que tem tudo a ver com o comercial, a música foi colocada de acordo com os movimentos das modelos e com a edição feita de cortes rápidos. Dando um ritmo de sincronismo audiovisual para o comercial.

A peça, por fim, nada mais é que um videoclipe de entretenimento para todos que assistem. Ele não tem nenhum objetivo explicativo ou funcional de cada produto ou da marca Nestlé, e sim de divulgação e fixação da mesma.


Queria agradecer mais uma vez ao Marco Simões, que cedeu o estúdio fotográfico dele, o Studio VIP (Av. Getúlio Vargas, 10-50 – Bauru/SP). Quando eu não tinha mais opções de onde gravar, ele apareceu de última hora emprestando o espaço que eu precisava.

Agradecimento as modelos Mayara Campos, Cinthia Aguiar, Gabriela Rasi, Carol Cury, Carmen Luiza e Mirella Cabaz, por aceitarem participar do projeto, cedendo um pouquinho dos seus preciosos tempos em troca de chocolate e leite condensado.

E pra finalizar… queria agradecer também a assistência da Mariana Mendes, Izadora Crozzatti, Thiago Sipioni e, por fim, do Paulo Macarini que filmou todo Making Off.

A apresentação de todo esse trabalho é hoje.

Então… me desejem boa sorte ;)


Postado por: Miss Independent em 21/05/09
Categoria: Miss Independent

miss

Olá galera!

Bom, essa semana recebi e-mail de um leitor queriiiiido, que me manda uma baita reflexão bem na minha hora de almoço (ai!), e fiquei elaborando algo em resposta… Ele comentou o que pensa, mais ou menos, sobre os chamados “relacionamentos modernos”. Então, segue abaixo a opinião dele, chamado de “R”, e os meus comentários com um “M”:

R.: Quando um cara é imaturo, costuma não saber reagir quando encontra uma mulher que sabe o que quer. A mesma coisa acontece quando um cara encontra uma menina, no lugar de uma mulher (M: aqui imagino que o segundo “cara” seja maduro, hehe). E isso não está relacionado apenas a idade.

M.: Até aí, tudo bem, querido R. Hehe!

R.: Tanto a mulher quanto o homem, em algum momento dos tempos modernos, decidiram eleger prioridades em coisas materiais ou palpáveis como carreira, dinheiro, etc., motivados na minha humilde opinião por serem muito mais fáceis de administrar.

M.: Até aí… hummmm… considero isso “moderninho demais”. A verdade é que ainda conheço mulheres que sonham com o casamento. E alguns homens também, por que não? Não acho que essa seja uma escolha racional. Se a pessoa é mais racional do que emocional (no que acredito que me encaixo), AÍ SIM. Mas num geral, é apenas uma EXIGÊNCIA dos tempos modernos, e não bem uma escolha. Trabalhamos mais, logo temos menos tempo para pensar ou dedicar ao amor… temos mais opções do que fazer e menos conservadorismo, o que significa mais lazer e diversão (e menos tempo para a questão “me sinto sozinha? devo sossegar?”)… Somos mais MODERNOS, como eu disse, FICAMOS MAIS, ZUAMOS MAIS, porque isso é normal, é aceitável, é até divertido… Pra que namorar? Portanto, não sei se é só a questão do ESCOLHO porque é mais fácil… e sim FICO COM O QUE ME FOI DADO, PORQUE É MAIS FÁCIL. Muitos homens e mulheres não estabelecem prioridades, apenas vão vivendo…

R.: Errado isso? Difícil dizer, uma vez que acreditar que existe a possibilidade da história de ser feliz com seu amor em uma cabana está cada vez mais distante.

M.: Cabana? por favor né R.!… Se ainda fosse uma praia deserta… hahaha!

R.: O fato é que enquanto homens e mulheres continuarem competindo e se analisando antes de realmente fazerem o que tem vontade, continuaremos vivendo situações onde o que prevaleceu foi o jogo “eu não vou ligar porque senão ele vai me achar pegajosa” ou “Não estou no momento da vida para namorar” bla bla bla.

M.: Essa parte, também discordo, em alguns pontos. Acha mesmo que todo mundo só se analisa? Hehe… eu faço isso porque sou racional… e pesquisas comprovam que a maioria dos homens também é… mas a maioria das mulheres, vamos combinar, são EMOCIONAIS. Fora os muitos homens que são exceção à regra. Não conheço muitas amigas que PENSAM antes de ligar… elas simplesmente ligam! (ou não! E se não ligam, geralmente é porque não querem, seja por falta de vontade, seja por achar que o homem deve fazer isso… mas mesmo isso vindo de uma opinião racional - e conservadora - não deixa de ser FALTA DE VONTADE DE LIGAR. Porque meus conservadorismos - e até racionalidades - costumam ir embora se REALMENTE QUERO ALGUMA COISA). É por essas e outras que eu digo que ninguém pensa muito… as pessoas muitas vezes vão deixando rolar, seguem algo se tiverem vontade, e vão vendo no que dá… agora A FALTA DE VONTADE OCORRE PORQUE, EM TEMPOS MODERNOS, NINGUÉM SE APROFUNDA EM NADA… as pessoas ficam, pegam geral, e ninguém se preocupa em se conhecer, em paquerar, em GOSTAR… a coisa não se aprofunda, o que torna mais fácil essa análise racional. Pra mim, somos resultado dos tempos modernos, hehe.

R.: Com todas as facilidades de comunicação que temos hoje, estamos cada vez mais distantes por uma única razão: ainda não aprendemos a lidar com tanta informação.

M.: Que não sabemos lidar com tanta informação… FATO. Mas nos distanciamos, creio eu, porque o mundo beneficia comunicações superficiais… e não necessariamente porque não nos comunicamos. A gente se comunica, mas sem aprofundamento. Hoje é expert quem sabe um pouco de tudo, mas quem sabe muito de um assunto só não vai ser flexível e se encaixar nas mudanças que o mundo moderno exige de nós (ai meu Deus, to discutindo capitalismo na minha coluna? Mundo globalizado? SOCORRO!! Quando é que falar de relacionamento - e não apenas se relacionar - se tornou TÃO DIFÍCIL??).

PS.: E-mail para colunamiss@gmail.com!

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Postado por: Vinicius Paraiba em 20/05/09
Categoria: Música, Vídeos


Acabei de editar todos os vídeos do trabalho da Nestlé que eu tenho que entregar nessa sexta. Tudo pronto! Sexta eu apresento na faculdade e sábado o vídeo do comercial MAIS o making off estarão aqui no site. Perceberam como eu estou animado com essa produção, né? Eu espero que vocês gostem mesmo! Então… aguardem!

Enquanto isso – mudando de assunto – eu deixo vocês com dois vídeos. O que está aqui em cima é uma “história” de um filhote de urso que foge de um tigre. Eu digo “história”, porque tudo foi muito bem filmado e editado. Parece até que foi montado com animais treinados.

O segundo vídeo, que está aqui embaixo, é o novo sucesso da internet… nele, a garotinha Natalie Okri, de 10 anos, participa do Britains Got Talent 2009 cantando a música “No One” da Alicia Keys.

Ambos os vídeos são emocionantes ;)


Postado por: Vinicius Paraiba em 16/05/09
Categoria: Coberturas, Ensaios, Marketing / Publicidade

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Ontem, na parte da tarde, eu e o meu grupo da faculdade filmamos e produzimos um comercial para a matéria de Rádio e TV. Ele foi todo feito no Estúdio VIP (olhááá) que fica na Getúlio Vargas, perto do bar Salome, aqui em Bauru mesmo.

O comercial, fictício, que eu estou editando no momento, é da empresa Nestlé. A idéia principal é: um fundo branco infinito, a câmera estática, modelos comendo/tomando produtos, ao som de uma música feliz. Esse tipo de comercial é conhecido como “perfeitinho” e “que todo mundo gosta de ver”. Por mostrar um mundo feliz e alegre.

O trabalho é para ser entregue na próxima sexta-feira. Então, em breve vocês terão aqui no site um Videocast com todo o making off AND produto final, de tudo o que aconteceu.

bejomebina ;*


Postado por: Mikael Correa em 15/05/09
Categoria: Insight

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Pois é, você já ouviu essa frase antes, e é exatamente dessa pessoa que o post do Insight dessa semana irá tratar: Max Porto! Ele mesmo, aquele do Big Brother! Mas antes que comecem a chamá-lo de Popularesco, de Viado, de Traidor do Movimento… ou então de Bonitão, Gostosão, Gente fina…. Não será do lado Big Brotheriano de Max que iremos falar, e sim do lado que poucos conhecem, o lado artísticos do cara. (artístico de verdade)

Antes de entrar na casa mais vigiada do Brasil (puta frase clichê), o artista plástico carioca Max Porto, de 28 anos já tinha minimizado cerca de 100 pessoas, entre alguns famosos como Miguel Falabela, Cláudia Leite e Laura Cardoso e alguns anônimos que encomendam seus trabalhos, para bolo de casamento, presente de aniversário e etc…

Para construir seus mini-mins ele usa uma cerâmica plástica importada chamada Super Sculpey, bem maleável, e depois as colocam num forno, de um fogão comum que ele tem em casa,isso a deixa bem dura e resistente, depois ele retoca a mão e dá um ar de cartoon aos personagens.

Cada trabalho custava de R$ 350 a R$ 800, custava porque depois de ganhar um milhão e tornar-se mais conhecido, dificilmente o preço se manterá. Tudo se ele realmente continuar fazendo este trabalho. Confira alguns dos minimizados, destaque para a riqueza dos detalhes e nas texturas

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Curtiram?


Postado por: Miss Independent em 14/05/09
Categoria: Miss Independent

miss

A idéia de alma gêmea é um tanto quanto engraçada. Cada uma tem a sua, até porque cada pessoa é diferente uma da outra. Mesmo amigas muito parecidas podem ter gostos masculinos muito diferentes. Enfim, o que seria do azul se todos gostassem do amarelo, e o que seria dos homens de regata se todas fossem como eu? Hehehe…

Mas, o mais legal de tudo é ver as bizarrices que construímos em nossas cabeças esperando encontrar as almas gêmeas. Eu sempre, toda a minha vida, pré-determinei que minha alma gêmea seria corintiana como eu. De ir em estádio, de gostar mesmo do time, de saber tudo, até porque, é mais fácil achar um homem fanático que uma mulher fanática, concordam? Então O MEU NAMORADO/MARIDO teria que ser corintiano tão ou mais roxo do que eu. Por causa disso, ver um rostinho bonitinho entrando no supermercado, no ônibus, ou em qualquer outro espaço com a camisa do Corinthians SEMPRE foi sinônimo de eu ficar na expectativa… e das duas uma: se estivesse num dia ruim, não muito confiante, eu ficava atrás de prateleiras, dando uma de louca e espiando o ser “candidato-a-me-levar-ao-altar-por-causa-de-uma-camiseta-preto-e-branco”, até me tocar do ridículo da situação… ou, se estivesse num dia bom e otimista, eu chegava mais perto, dava um sorriso, tentava uma abordagem… sim! no supermercado mesmo! Se FOSSE minha alma gêmea, eu não poderia deixar ele passar por causa que estávamos fazendo compras… aliás, quer coisa mais bonita que isso? Você contar que conheceu o amor da sua vida num lugar diferente dos outros, nada clichê? TUDO QUE EU QUERIA.

Eu tinha uma amiga igual ou pior: a B. B. achava, ou melhor, tinha encasquetado que ia conhecer a alma gêmea da vida dela numa caminhada… ACREDITEM SE QUISER… ela se imaginava andando, toda pimpona e sorridente, e um cara bonito, agradável e cheiroso parando-a para perguntar as horas… e aí eles conversariam, trocariam telefones e depois de vários encontros seriam felizes para sempre. DE ONDE ELA TIROU ISSO? Não sei… dos filmes, talvez? Mas a verdade é que é bom sonhar… eu vejo os olhos dela brilharem quando ela põe um tênis pra caminhar, hehe. Só é ruim quando ela ME DISPENSA, porque na caminhada, posso atrapalhar o encontro de amor dela.

Agora a história mais real de todas é… da B. Ou melhor, vamos chamá-la de B², no caso, já que a B¹ é a da caminhada. Bom, B² terminou seu primeiro namoro gostando do namorado. Ou melhor, ele terminou com ela. E era história de alma gêmea, de famílias que se davam bem e de sogras que se tornaram muito amigas (sim, ela tem que ver a ex sogra sair com a mãe dela até hoje). E ela ficou por um bom tempo curtindo essa fossa… mas eis que um belo dia, rumo a uma micareta, ela decidiu que a vida amorosa ia mudar. NUMA MICARETA? Sim… por que não? Supermercado, caminhada, isso é fichinha… difícil é achar um amor na micareta! Mas ela chegou dizendo “hoje vou conhecer o amor da minha vida”. Ficou com um menino… trocaram telefones… ficou de novo… e a terceira vez que se viram… ela estava num casamento da família dele, sendo apresentada como namorada. O namoro? Já dura um ano. Se eles são alma gêmeas? Não sei… mas são histórias assim que me fazem acreditar.

Deixa eu dar um passeio no supermercado de novo, só pra garantir, hehe…

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